Vamos iniciar nosso estudo verificando algumas características básicas de tais deuses.
Horus (egípcio) 3000 a.C.
Nasceu dia 25 de dezembro;
Nasceu de uma “virgem”, a deusa Ísis-Meri com Osíris;
Nascimento acompanhado por uma estrela a Leste;
Estrela seguida por 3 reis;
Aos 12 anos, era uma criança prodígio;
Batizado aos 30 anos;
Começou seu ministério aos 30;
Tinha 12 discípulos e viajou com eles;
Operou milagres e andou sobre as águas;
Era “chamado” de Filho de Deus, Luz do Mundo, A Verdade, Filho adorado de Deus, Bom Pastor, Cordeiro de Deus, etc;
Foi traído, crucificado, enterrado e ressuscitou 3 dias depois.
Nos outros deuses, encontramos a mesma estrutura “mitológica”. Vejamos:
Mitra (persa – romano) 1200 a.C
Nasceu dia 25 de dezembro;
nasceu de uma virgem;
teve 12 discípulos;
praticou milagres;
morreu crucificado;
ressuscitou no 3º dia;
era chamado de “A Verdade”, “A Luz”
veio para lavar os pecados da humanidade;
foi batizado;
como deus, tinha um “filho”, chamado Zoroastro.
Attis (Frígia – Roma) 1200 a.C.
Nasceu dia 25 de dezembro;
Nasceu de uma virgem;
Foi crucificado, morreu e foi enterrado;
Ressuscitou no 3º dia;
Krishna (hindu – índia) 900 a.C
Nasceu dia 25 de dezembro;
Nasceu de uma virgem;
uma estrela avisou a sua chegada;
Fez milagres;
Após morrer, ressuscitou.
Dionísio (Grego) 500 a.C
Nasceu de uma virgem;
Foi peregrino (viajante);
transformou água em vinho;
Chamado de Rei dos reis, Alpha e ômega;
Após a morte, ressuscitou;
Era chamado de “Filho pródigo [sic] de Deus
Existem outros deuses com características
muito semelhantes a estes. Estes são os mais conhecidos porque
co-existiram com a nova religião, chamada de cristianismo. Ou seja,
quando o cristianismo surgiu, tais deuses ainda eram adorados. Este
fato é o alicerce que sustenta a teoria do plágio cristão.
Vejam que as informações acima são as mais
usadas para se alegar o plágio, por se assemelharem muito com o relato
bíblico de Jesus.
Vejamos porque esses deuses possuem tais características, tão iguais uns com os outros:
Os deuses de mistérios, na sua totalidade,
possuem influências astrológicas. O deus maior é o Sol, a luz do mundo,
o “salvador”. O Sol é facilmente considerado como deus, pois tais
características são muito boas para um “salvador”. Ele traz vida,
aquece, dá luz, etc.
Um fenômeno conhecido desde a antiguidade são
os solstícios, e no dia 22 de dezembro, ocorre o início do solstício de
inverno (hemisfério norte), no qual o sol tem o seu ponto mais baixo no
horizonte, devido à inclinação do eixo terrestre. Este ponto mais
baixo permanece por um período de três dias, e, no dia 25 de dezembro, O
sol sai deste ponto, subindo 1 grau e voltando, gradativamente, ao seu
ponto mais alto, completando e finalizando assim o solstício de verão.
A estrela que brilha mais forte no céu é a
estrela Sirius, que no dia 25 de dezembro fica alinhada à constelação de
3 reis (Marias aqui no Brasil). Este alinhamento aponta diretamente ao
sol.
Sendo assim, o sol, saindo do solstício de
verão “renasce”, movendo-se 1 grau para o norte depois de três dias
(22-25) e quando renasce, é sinalizado pela estrela Sirius, seguida
pela constelação de três reis, formando assim um alinhamento entre os
três.
Entende-se que as mitologias surgiram, ou
tiveram como base, estes fenômenos. O Sol, renascendo, é sinalizado
pela estrela, que, formando um alinhamento com a constelação de reis e o
sol, nos mostra a constelação seguindo a estrela e indo em direção ao
Sol (salvador).
Então, temos a mitologia criada, de que o
salvador foi sinalizado por uma estrela e que três reis foram até o
salvador seguindo a estrela. Tal informação se assemelha com o relato do
nascimento de Jesus. Veja a imagem abaixo:

Alinhamento estelar entre o Sol, a estrela Sírius e a constelação de três reis (três marias) no dia 25/12
Cruzeiro do Sul
O mesmo fenômeno é comparado com a crucificação,
quando o Sol termina o solstício de verão e fica neste período por
três dias (enterrado) e ressurge (ressuscita) ao 3º dia. Tal comparação
com a crucificação é devido á outro alinhamento estelar, este, com o
cruzeiro do sul no dia 22. Ou seja, o sol é crucificado com o cruzeiro e
ressurge no 3º dia (ressuscita) dia 25.

Alinhamento do sol com o cruzeiro do sul, no final do solstício de verão.
Jesus, um plágio?
Vamos agora pesquisar acerca de Jesus e verificar as semelhanças entre ele e os deuses de mistérios no quesito nascimento.
Obviamente, temos que concordar que as
semelhanças são extremamente “desconcertantes”, mas elas persistem
apenas para os que são ignorantes com relação a alguns fatos.
As informações apresentadas pelos críticos da
religião cristã são, de certa forma, resumidas. Os céticos apresentam
apenas o que lhes convém, para afirmar suas alegações. Apresentam
somente as semelhanças, e ignoram completamente as diferenças.
Infelizmente, os céticos ignoram a verdadeira
informação sobre o “nascimento” de Jesus no dia 25. Tal data foi
adotada pela ICAR (católica) no final do 3º século. O cristianismo era
contemporâneo ao mitraísmo e as duas religiões dividiam fiéis na sua
época. Como Mitra “nasceu” no dia 25, por conveniência, o Catolicismo
adotou a mesma data para o nascimento de Jesus. Além disso, adotou
trajes, costumes e rituais pagãos do mitraísmo. Vejam o texto abaixo:
...A celebração do Natal Cristão em 25 de
dezembro surgiu por paralelo com as solenidades do Deus Mitra, cujo
nascimento era comemorado no Solstício (de inverno no hemisfério norte e
de verão no hemisfério sul). No calendário romano este solstício
acontecia erroneamente no dia 25, em vez de 21 ou 22.
Os romanos comemoravam na madrugada de 24 de dezembro o "Nascimento do
Invicto" como alusão do alvorecer de um novo sol, com o nascimento do
Menino Mitra. Já foram encontradas figuras do pequeno Mitra em Treveris
e a semelhança com as representações cristãs do Menino Jesus são
incontestáveis.
Estas semelhanças aparecem depois que o Catolicismo foi fundado, no final do 3º século.
Com o cristianismo oficializado no Império Romano, pelo Edito de Milão, expedido por Constantino, os cristãos rapidamente tomaram os postos dos sacerdotes pagãos na sociedade, inclusive mantendo as festas, rituais, vestimentas e indumentárias pagãs. Em Roma o papa cristão passou a ser o Pontífice, substituindo de maneira pomposa o anterior chefe religioso pagão. Constantino também está ligado a ele, esse legado concedido ao papa traria a unificação das religiões no império até porque o culto a Mitra oferecia semelhanças com o cristianismo.
A conceituação de Deus como um sol, não somente por causa da
facilidade com que esta alegoria se aplica a Deus, mas ainda porque os
cristãos já a encontraram pronta nos cultos em seu em torno, e o mantiveram a interesse, como forma de solidificar um estado forte.
Fonte: Wikipédia
Sendo assim, vemos que as semelhanças de culto
mais visíveis foram originárias do século III pela igreja católica. O
Objetivo era, principalmente, político. Devido ao ecumenismo praticado
pela igreja católica, criou-se a data COMEMORATIVA do nascimento de
Jesus como sendo em 25 de dezembro, por conveniência e para a fácil
aceitação dos pagãos. Visando a conversão deles, estabeleceu-se esta
data.
Em 274 d.C o Imperador
Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro, como "Dies Natalis Invicti
Solis" (O Dia do Nascimento do Sol Inconquistável). O Sol passou a ser
venerado. Buscava-se o seu calor que ficava no espaço muito acima do
frio do inverno na Terra. O início do inverno passou a ser festejado
como o dia do Deus Sol.
Ou seja, o dia 25 de dezembro foi proclamado
depois do nascimento de Jesus. Então os deuses de mistério também não
nasceram no dia 25 de dezembro. Eles nasceram no solstício de inverno e
não no dia 25.
Como vemos, a data de nascimento de Jesus é uma
data comemorativa, que foi oficializada quase 400 anos depois de seu
nascimento. Isso ocorre porque a bíblia não nos dá a informação exata
sobre a data do seu nascimento. Apenas especulando, conseguimos
descobrir mais ou menos a época em que Jesus nasceu.
Outro fato que invalida o impossivel plágio
envolvendo o cristianismo, é exatamente a data de 25 de dezembro. Nos
tempos de Jesus e nos milênios anteriores, não existia um sistema de
calendário fixo para vários países ou povos. Cada um tinha o seu. Os
calendários sempre eram confusos e muito diferentes um dos outros.
Muitas vezes, a sucessão de um novo rei, por
ordem deste, era modificado o calendário a seu gosto e liberdade. Um
exemplo disso é na própria bíblia. Não encontramos nenhum texto onde as
pessoas comemoravam aniversários, por exemplo. Ou seja, as pessoas não
sabiam em que data nasceram devido a tantas mudanças.
O calendário que adotamos hoje é uma forma
recente de contar o tempo. Foi o Papa Gregório XIII que decretou o seu
uso através da Bula Papal "Inter Gravissimus" assinada em 24 de
fevereiro de 1582. A proposta foi formulada por Aloysius Lilius, um
físico napolitano, e aprovada no Concílio de Trento (1545/1563). Nesta
ocasião foi corrigido um erro na contagem do tempo, desaparecendo 11
dias do calendário. A decisão fez com que ao dia 4 de outubro de 1582
sucedesse imediatamente o dia 15 de outubro do mesmo ano. Os últimos a
adotarem este calendário que usamos foram os russos em 1918.
Reparem que as alegações dos críticos sobre o
plágio está totalmente baseada no dia 25 de dezembro do calendário
atual. Como podem alegar um plágio utilizando uma data que talvez não
existisse? Quem diz que no egito do ano 3000 a.C. existia o mês de
dezembro? E em Roma?
Os calendários dos povos antigos eram baseados
sempre pelas estações do ano e fases da lua. Porém hoje, sabemos que as
fases da lua não seguem uma cronologia correta, fazendo com que esse
erro seja corrigido a cada 4 anos, ou seja, todo ano, sobram 6 horas.
Agora imaginem um povo que não tinha
conhecimento disso! Imaginem a confusão que isso causava nos
calendários! Junte isso com os manda-desmanda de reis e imperadores
(Julío Cezar e Cesar Augusto, criadores do mês de julho e agosto, por
exemplo). A confusão tá montada e a data correta furada!
O calendário Judaico é composto da seguinte
forma: Os anos têm 353 dias quando são "defeituosos", 354 os
"regulares", e 383 dias os "perfeitos" ou "abundantes". O Rosh Hashana
(Ano Novo - 7 de outubro do nosso) dá in¡cio ao per¡odo de dez dias de
penitência, que vai até o Yom Kipur, Dia do Perdão. O calendário
israelita é lunissolar, com anos solares e meses lunares. Para se
ajustar os meses ao ano solar, intercala-se um mês nos anos 3, 6, 8,
11, 14, 17 e 19 de um ciclo de 19 anos. Os meses são fixados
alternadamente com 29 e 30 dias. Sempre em ordem e essa ordem não
falhava, justamente por considerar apenas os movimentos observados da
Lua e Sol. O calendário Judeu nunca sofreu modificações por parte de
reis e governadores , sendo o mesmo até hoje.
Se Jesus fosse mito, este mito teria sido
criado por judeus, sendo judeus, teriam criado sua data no mês de
Dezembro e no dia 25? O mês de dezembro não existe no calendário judeu.
Sendo dezembro o último mês do ano, então o último mês do ano judaico
seria setembro e não dezembro no nosso calendário. Então, sendo Jesus
criado por judeus, ispirando-se pelo solstício, teria nascido no 2º mês
judaico e não no 12º.
A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um
decreto. O Papa Júlio I decretou em 350 que o nascimento de Cristo
deveria ser comemorado no dia 25 de Dezembro, substituindo a veneração
ao Deus Sol pela adoração ao Salvador Jesus Cristo. O nascimento de
Cristo passou a ser comemorado no Solstício do Inverno em substituição
às festividades do Dia do Nascimento do Sol Inconquistável.
Datação do Nascimento de Jesus
Jesus nasceu durante a vida de Herodes, o
Grande, que os romanos haviam designado para governar a Judéia. Os
calendários são contados a partir do ano em que se supõe ter nascido
Jesus, mas as pessoas que fizeram essa contagem equivocaram-se com as
datas: Herodes morreu no ano 4 a.C., de modo que Jesus nasceu 3 anos
antes, a quando dos censos do povo Judeu, que ocorreu, exatamente, 1
ano após os censos dos outros povos também subjugados ao poder Romano.
Estes censos ocorreram para facilitar aos Romanos a contagem do povo e a
respectiva cobrança dos impostos. Os Judeus sempre se opuseram a
qualquer tentativa de contagem, por essa razão, esta ocorreu um ano
depois de ter ocorrido nos povos vizinhos.
A data de nascimento de Jesus é muito discutida. Devido a falhas do calendário há quem diga que Jesus teria nascido por volta do ano 6 d.C.. Porém, considerando que Jesus nasceu pouco tempo antes da morte de Herodes isto coloca-nos numa data anterior a 4 a.C..
A data de nascimento de Jesus é muito discutida. Devido a falhas do calendário há quem diga que Jesus teria nascido por volta do ano 6 d.C.. Porém, considerando que Jesus nasceu pouco tempo antes da morte de Herodes isto coloca-nos numa data anterior a 4 a.C..
Outra ajuda que temos para facilitar a
localização da data do nascimento de Jesus foi que este ocorreu quando
José foi a Belém com sua família para participar do recenseamento.
Os romanos obrigaram o recenseamento de todos
os povos que lhes eram sujeitos a fim de facilitar a cobrança de
impostos, o que se tornou numa valiosa ajuda na localização temporal dos
fatos, uma vez que ocorreu exatamente 4 anos antes da morte de
Herodes, no ano 8 a.C..
Entretanto, os Judeus tomaram providência no
sentido de dificultar qualquer tentativa por parte dos ocupantes em
contar o seu povo, pelo que, segundo a história, nas terras judaicas
este recenseamento ocorrera um ano depois do restante império romano,
ou seja, no ano 7 a.C.. Em Belém, o recenseamento ocorrera no oitavo
mês, pelo que se concluiu que, Jesus nascera provavelmente no mês de
Agosto do ano 7 a.C..
Outros fatos também ajudam a estimar a data
exata. Conforme é relatado pelos textos bíblicos, no dia seguinte ao
nascimento de Jesus, José fez o recenseamento da sua família, e um dia
depois, Maria enviou uma mensagem a Isabel relatando o acontecimento.
A apresentação dos bebês no templo, bem como a
purificação das mulheres teria de ocorrer até aos vinte e um dias após o
parto. Jesus foi apresentado no templo de Zacarias, segundo os
registros locais, no mês de Setembro num sábado. Sabe-se que Setembro
do ano 7 a.C. teve quatro sábados: 4, 11, 18 e 25. Como os censos em
Belém ocorreram entre 10 e 24 de Agosto, o sábado de apresentação seria
o de 11/09. Logo Jesus teria nascido alguns dias depois de 21 de
Agosto do ano 7 a.C..
Fonte: Wikipédia
Fonte: Wikipédia
Biblicamente falando, o nascimento não tem a
mesma importância do que a morte de Jesus. Na doutrina cristã, o que de
fato importa é a morte de Jesus e não seu nascimento. Cremos que a data
é omitida justamente para que não se tornasse data de culto, como no
caso do natal, o qual tornou-se cultuada pela ICAR e atualmente, pelo
comércio. Já a morte de Jesus, temos a data correta. Sexta-feira, dia
14 do mês de Nissan (abril) do ano 26 d.C (baseando-se no nascimento em
7 a.C)
Como as mitologias dos deuses de mistério se
baseiam principalmente no quesito “nascimento no dia 25 de dezembro”, a
teoria do plágio está refutada já pela raiz. Pois Jesus não nasceu no
dia 25 de dezembro, os deuses também não nasceram no dia 25 de dezembro,
a estrela que sinalizou o nascimento de Jesus não apareceu no dia 25
de dezembro, os calendários de cada povo eram diferentes um do outro e
os reis foram até Jesus em agosto e não em dezembro. Tal data foi
firmada em 350 por um decreto, substituindo a adoração ao sol por Jesus,
quando o cristianismo foi oficializado como religião do império.
A data de 25 de dezembro, nascimento de Mitra,
foi proclamada no ano de 274 d.C. Sendo assim, é mentira pura a
história de que os deuses de mistérios nasceram do dia 25. Todos os
deuses é que plagiaram a data de nascimento de Mitra. Todos os deuses de
mistério, que nasciam no solstício de inverno, assim como Mitra,
passaram, a partir do ano de 274 a nascerem no dia 25, plagiando assim a
data de Mitra, deus romano da época. Jesus nasceu 274 anos antes desta
proclamação.
Hórus, Mitra, Attis, Khrishna, Dionysio, e tantos outros, nasceram no solstício e não no dia 25 de dezembro.
Não se sabe ao certo porque os homens vindos
do oriente foram denominados como reis, porém uma coisa é certa, não é o
que está escrito na bíblia. Ela não afirma em nenhum momento que tais
homens eram reis, mas ela afirma que eles eram magos viajantes. Vejamos:
NVI
Mateus 2:1 - Depois que Jesus nasceu em Belém da Judéia, nos dias do rei Herodes, magos vindos do oriente chegaram a Jerusalém
Mateus 2:1 - Depois que Jesus nasceu em Belém da Judéia, nos dias do rei Herodes, magos vindos do oriente chegaram a Jerusalém
Almeida Corrigida e Fiel
Mateus 2:1 - E, TENDO nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém,
Mateus 2:1 - E, TENDO nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém,
NTLH
Mateus 2:1 - Jesus nasceu na cidade de Belém, na região da Judéia, quando Herodes era rei da terra de Israel. Nesse tempo alguns homens que estudavam as estrelas vieram do Oriente e chegaram a Jerusalém.
Mateus 2:1 - Jesus nasceu na cidade de Belém, na região da Judéia, quando Herodes era rei da terra de Israel. Nesse tempo alguns homens que estudavam as estrelas vieram do Oriente e chegaram a Jerusalém.
King James
Mateus 2:1 - Now when Jesus was born in Bethlehem of Judaea in the days of Herod the king, behold, there came wise men from the east to Jerusalem.
Mateus 2:1 - Now when Jesus was born in Bethlehem of Judaea in the days of Herod the king, behold, there came wise men from the east to Jerusalem.
Podemos colocar todas as versões e línguas,
que não encontraremos a descrição de “REIS”, dada aos viajantes,
estudiosos das estrelas e magos. Apenas temos estas descrições destes
homens, mas nunca como reis.
A descrição de “reis” foi oficializada por São
Beda, o Venerável (673-735), que deu detalhes de tais “reis” magos,
dando até mesmo nomes e fisionomias a eles e as regiões de onde vieram
(cada um de uma). Porém, mesmo carecendo de fontes comprobatórias,
acabou sendo adotado como verdade pela Igreja Católica depois do 7º
século.
Pensa-se que a descrição de “reis” é derivada de uma profecia do AT. Vejamos:
A exegese vê na chegada dos reis magos o cumprimento da profecia contida no livro dos Salmos (Sl. 71, 11): “Os reis de toda a terra hão de adorá-Lo”. Fonte: Wikipédia
Temos aí o possível motivo para a ICAR adotar o
termo “reis” para estes viajantes. Porém tal profecia geralmente não é
interpretada como sendo cumprida em Jesus quando esteve na terra, mas
sim quando Ele voltar (2ª vinda), no apocalipse, onde todos os reis da
terra irão adorá-lo:
Apocalipse 15:4 - Quem não te temerá, ó Senhor? Quem não glorificará o teu nome? Pois tu somente és santo. Todas as nações virão à tua presença e te adorarão, pois os teus atos de justiça se tornaram manifestos”.
21:24 - As nações andarão em sua luz, e os reis da terra lhe trarão a sua glória.
Outra questão é que a quantidade de reis não é
obtida pela narrativa bíblica. Não encontramos a informação de que
foram três (3) homens até Jesus seguindo a estrela. Este número foi
obtido devido ao número de presentes, que foram três: Ouro, Incenso e
Mirra.
Os Três Reis Magos ou, simplesmente, Magos são personagens da narrativa cristã que visitaram Jesus após seu nascimento (Evangelho de Mateus). A Escritura diz uns magos,
que não seriam, portanto, reis nem necessariamente três e, sim,
talvez, sacerdotes da religião zoroástrica (Zoroastro – possível
“filho” de Mitra) da Pérsia ou conselheiros. Como não diz quantos eram,
diz-se três pela quantia dos presentes oferecidos. Fonte: Wikipédia
Os homens que foram levados pela estrela
possivelmente eram astrólogos e astrônomos. Sabemos que eram astrólogos
primeiramente porque sua religião era possivelmente persa zoroástrica
(porque vinham do oriente) e seguiam a estrela porque sabiam que era o
sinal de um rei. Tal interpretação do sinal foi obtido justamente por
conhecerem o fenômeno da estrela Sirius apontando para o sol, mas desta
vez com um diferencial, ela ia em direção a um rei humano. Portanto,
sabemos que eles estudavam as estrelas e conheciam muito bem a nossa
estrela Sirius.
Vamos analisar os detalhes sobre a estrela Sirius:
Do ponto de vista histórico,
Sirius sempre foi o centro das atenções, fruto de um significado muito
especial dado pelas mais diversas culturas. Foi alvo de
adoração sob a alcunha de Sothis no Vale do Nilo do Egito, muito antes
de Roma ter sido fundada, tendo sido construídos diversos templos de
forma a permitir que a luz de Sirius penetrasse em seus altares
internos. Crê-se que o calendário egípcio seria baseado na ascensão
helíaca de Sirius, a qual ocorre um pouco antes das cheias anuais do
rio Nilo e do solstício de verão.
Fonte: Wikipédia
Fonte: Wikipédia
De acordo com o texto, a estrela Sirius
sempre esteve presente na mitologia de muitos povos, principalmente os
egípcios. Então, a estrela Sirius, sempre esteve lá e os magos que
foram a Jesus certamente a conheciam. Então como os críticos explicarão
este texto a nós?
Mateus 2: 7 - Então Herodes chamou os magos secretamente e informou-se com eles a respeito do tempo exato em que a estrela tinha aparecido.
Vejam que os magos foram atrás da estrela
porque ela era NOVA. De acordo com o versículo 16, sabemos que tal
estrela havia aparecido num período máximo de dois anos.
Como poderiam três homens estudados em
astronomia e astrologia confundirem-se, seguindo uma estrela achando
que era a Sirius? Isso é de certa forma improvável.
Outro detalhe é que tal estrela não seguia uma
seqüência rotacional planetária como qualquer outra estrela e
constelação. Os homens seguiram a estrela por um período de dois anos,
em um único sentido talvez, até chegar a Jesus. Se tal estrela fosse a
Sirius, eles teriam dado duas voltas no mesmo lugar e nunca teriam
chegado a Belém. Ou seja, tal estrela não seguia o padrão rotacional do
planeta. Ela era independente dele.
Seguindo a narrativa bíblica, sabemos que além
dos estudiosos, foram guiados por anjos alguns pastores até Jesus
recém-nascido. Vejamos:
Lucas 2:8 - Havia pastores que estavam nos campos próximos e durante a noite tomavam conta dos seus rebanhos.(...)
(...)15 Quando os anjos os
deixaram e foram para os céus, os pastores disseram uns aos outros:
“Vamos a Belém, e vejamos isso que aconteceu, e que o Senhor nos deu a
conhecer”.
16 Então correram para lá e encontraram Maria e José, e o bebê deitado na manjedoura.
17 Depois de o verem, contaram a todos o que lhes fora dito a respeito daquele menino,
18 e todos os que ouviram o que os pastores diziam ficaram admirados.
Nas histórias mitológicas não encontramos nada
parecido com isto. Supõe-se que os magos eram ricos por serem pessoas
estudadas. E pastores geralmente eram pessoas muito pobres (na época de
Jesus). Uma possível interpretação é que Jesus seria adorado tanto por
ricos como por pobres. Nas narrativas dos deuses, geralmente, os
personagens de suas histórias são ricos, poderosos e tiranos.
Pastores – Jesus recém-nascido.
Magos – Jesus tinha ou quase tinha dois anos de idade.
Magos – Jesus tinha ou quase tinha dois anos de idade.
A comparação do relato bíblico dos homens do
oriente com a mitologia acerca da estrela Sirius com a constelação de
três reis é infundada, pois as semelhanças são muito superficiais
comparadas com as diferenças.
Os homens que presentearam Jesus não eram reis, não eram três (3) e não seguiam a estrela Sirius, mas uma estrela nova que havia aparecido há dois anos no máximo.
Jesus também foi visitado por pessoas pobres no seu nascimento, diferente dos deuses que eram cercados apenas de outros deuses ricos e poderosos.
Os homens que presentearam Jesus não eram reis, não eram três (3) e não seguiam a estrela Sirius, mas uma estrela nova que havia aparecido há dois anos no máximo.
Jesus também foi visitado por pessoas pobres no seu nascimento, diferente dos deuses que eram cercados apenas de outros deuses ricos e poderosos.
Esta semelhança é incontestável, ou seja,
nasceu de uma virgem, então nasceu de uma virgem. Mas vamos prestar
atenção nos dois deuses de mistérios que mais se assemelham com Jesus.
Mitra e Horus.
Para se ter um nascimento virginal,
obrigatoriamente, a mulher não pode ter tido qualquer tipo de relação
sexual. Então como explicamos a união entre os deuses mãe e pai de Horus
e Mitra?
Horus foi concebido por relação da deusa Isis-Meri com o deus Osíris;
Mitra foi concebido por relação da deusa Anahira com o deus Aúra-Masda.
Mitra foi concebido por relação da deusa Anahira com o deus Aúra-Masda.
Outro fato é que, o que se sabe sobre estes
deuses são através de desenhos. Não se tem notícias de nada escrito
pelos seguidores dos mesmos. Como então desenhar uma mulher virgem? A
única diferença entre uma virgem e uma não-virgem é interna. Teriam seus
seguidores desenhado as genitálias femininas com o hímem intacto?
Óbvio que não. Então de onde tiraram a informação de que as suas mães
eram virgens? Pelo que sabemos, não existe nada que afirme isso
confiavelmente.
Jesus foi concebido pelo espírito, em forma
espiritual, sem relação, dentro de uma humana. Espíritos não tem
relações sexuais com pessoas vivas.
Jesus é diferenciado por um detalhe
interessante. As escrituras dizem que Deus se fez carne na pessoa de
Jesus. Ou seja, Deus se desfez de sua glória e tornou-se homem na pessoa
de Jesus. Com os deuses de mistérios, nada disso acontece.
Deus nasceu como homem através de Jesus e morreu como homem. Os deuses de mistérios nasciam e ressuscitavam infinitas vezes, justamente para completar os períodos do ano ou de dias.
Deus nasceu como homem através de Jesus e morreu como homem. Os deuses de mistérios nasciam e ressuscitavam infinitas vezes, justamente para completar os períodos do ano ou de dias.
O que se crê hoje em dia, a exemplo do
"magnânimo" Richard Dawkins, em seu famoso e ridículo livro "Deus, um
delírio", é que os evangelistas, na intenção de criar o mito Jesus,
inseriram tradições religiosas pagãs na nova doutrina, para conseguir
dar a Jesus um status de deus com um nascimento virginal, assim como
outros deuses.
Suas afirmações, igualmente aos céticos de
outros séculos atrás (os argumentos de Dawkins são um bocado velhos)
estão baseadas em suposições totalmente infundadas e baseadas em puro
preconceito.
Pois bem. Todos os evangelistas eram judeus,
sem exceção. Sabemos, tanto pela história como pela bíblia que, os
judeus, não tinham costumes ecumênicos. Aliás eles eram extremos neste
ponto. A religião não admitia a adoração de outros deuses e muito menos
agregar virtudes destes em sua religião. Após o exílio até a destruição
do 2º templo, o judaísmo passou por uma "purificação" das idolatrias que
haviam se erguido dentro de Israel. Jesus esteve presente neste
período, justamente o mais rigoroso com relação a proibição de adoração a
outros deuses.
É errado pensar que os evangelistas adotaram o
nascimento virginal de Mitra, sendo que eles não toleravam o paganismo.
Paulo era um judeu devoto e sabia que o nascimento virginal era ou não
era real. Como sendo judeu, se fosse falso, não o admitiria, por ser uma
adaptação do mitraísmo, porém, judeu devoto, reconheceu o nascimento
virginal de Jesus, como atributo para que ele fosse Deus.
Não temos razões para aceitar que os judeus
copiariam um atributo de um deus pagão à Jesus, sendo que eles não
admitiam tal. Ou seja, para que aceitassem tal atributo, igual à de um
deus pagão, é porque tal atributo aconteceu de fato.
Outro fato importante é a situação de um
Messial esperada pelos judeus. Eles aguardavam um messias com
descendência Davítica, e certamente, criam que este seria fruto de um
relacionamento normal entre pai e mãe. Ora, a descendência real vinha de
pai para filho, e não de mãe para filho. Assim, para os judeus, o
Messias nasceria de forma comum, sem a necessidade de um nascimento
milagroso. Em nada contribuiria para o cristianismo uma invenção como
esta, se caso realmente não tivesse acontecido. Os pais da Igreja e os
evangelistas estavam certos do nascimento virginal assexuado, por isso
divulgaram esse fato.
O historiador e erudito R. E. Brown ainda
comenta: “Paralelos não judaicos têm sido encontrados nas religiões
mundiais (O nascimento de Buda, de Krishna e do filho de Zoroastro), na
mitologia greco-romana, nos nascimentos dos faraós (com o deus Amon-Rá
agindo através do seu pai) e nos nascimentos sensacionais dos
imperadores e filósofos (Augusto, Platão etc...). Mas esses ‘paralelos’
sempre envolvem um tipo de hieros gamos em que um macho divino, em
forma humana ou outra, insemina uma mulher, seja através do ato sexual
normal, seja por meio de uma forma substituta de penetração.
Eles não são realmente semelhantes à concepção virginal não-sexual que está no âmago das narrativas da infância de Jesus, concepção esta em que nenhum elemento ou deidade macho insemina Maria...
Portanto, nenhuma busca por paralelos nos tem dado explicação verdadeiramente satisfatória de como os primitivos cristãos chegaram à idéia de uma concepção virginal – a menos, é claro, que ela realmente tenha acontecido historicamente” (Revista Defesa da Fé, Nº 41).
Eles não são realmente semelhantes à concepção virginal não-sexual que está no âmago das narrativas da infância de Jesus, concepção esta em que nenhum elemento ou deidade macho insemina Maria...
Portanto, nenhuma busca por paralelos nos tem dado explicação verdadeiramente satisfatória de como os primitivos cristãos chegaram à idéia de uma concepção virginal – a menos, é claro, que ela realmente tenha acontecido historicamente” (Revista Defesa da Fé, Nº 41).
Para uma explicação mais detalhada sobre o nascimento viginal,
Com as informações acima, vemos que Jesus
definitivamente não é um plágio no quesito “nascimento virginal”. Para
ser o messias judaico, Jesus não precisava nascer de forma milagrosa.
Isso Nào mudaria a opinião dos judeus se de fato não tivesse ocorrido.
O único relato que temos de Jesus acerca de
sua infância está em Lucas 2:42, que conta o “problema” que Jesus
causou em seus pais. Jesus acabou ficando em Jerusalém e três dias
depois seus pais voltaram para a cidade onde o encontraram ensinando
aos sacerdotes e debatendo com eles. Neste pequeno trecho, vemos que
Jesus já era inteligente e possuía conhecimento das escrituras, ao
ponto de Ele discutir e ensinar os sacerdotes.
Já os deuses de mistérios, no caso Hórus,
quando supõe que tais deuses tinham 12 anos de idade, eram garotos
prodígio, que faziam coisas sobrenaturais e todos os temiam. Não vemos
esse tipo de atitude de Jesus para com os outros. Pelo contrário, vemos
que ele, mesmo na adolescência, era obediente e estudiosos das
escrituras, e que cresceu em estatura e graça. Não vemos mágicas,
prodígios ou qualquer outra coisa, além da obediência dEle.
Outro fato é que esta semelhança não foi até
hoje encontrada em nenhum escrito, desenho ou relevo egípcio que diga
que Hórus um dia teve 12 anos. Esta afirmação é recente e só foi
"catalogada" como sendo uma característica de Hórus depois da descoberta
da tradução de hieróglifos e esta tradução nunca trouxe esta
informação.
Parece haver algumas coincidências sobre o
número 12. Não posso absolutizar nada, mas muitas coisas levam à esse
número. Foram 12 os apóstolos, único relato de Jesus adolescente são
aos 12 anos, 12 são as tribos de Israel, Jesus curou uma menina que
tinha 12 anos, dentre outros detalhes que nos levam a este número.
O porquê disto infelizmente não podemos
responder, mas creio que algo especial Deus tem com este número, tão
significativo em vários textos.
O termo "Semelhanças d.C." foi inventado por
mim para ilustrar características dos deuses que foram evidenciadas em
tempos pós Cristo. Ou seja, tais evidências só foram encontradas e
datadas depois do nascimento de Jesus, evidenciando que houve uma
espécie de "plágio" da parte dos deuses de características exclusivas de
Jesus. Vejamos:
Batismo e ministério aos 30;
12 discípulos;
Crucificação;
3 dias enterrado;
Ressureição;
Os adjetivos como Filho de Deus, ou cordeiro de Deus;
Remissão de pecados.
12 discípulos;
Crucificação;
3 dias enterrado;
Ressureição;
Os adjetivos como Filho de Deus, ou cordeiro de Deus;
Remissão de pecados.
Os críticos alegam que essa informação acerca
de Jesus também corresponde a um plágio derivado da religião egípcia e
que Horus também teria sido batizado e começado seu ministério aos 30
anos.
Hórus nasceu como deus e foi adorado como deus
desde o seu nascimento. A data do surgimento deste deus é tão antiga
que impossibilita o “batismo”, pois tal prática não existia na época
(nada na história da arqueologia afirmou o batismo em data tão antiga).
Hórus não teve um ministério. Ele não
precisava disso. Ele nasceu deus e era adorado como deus. Jesus era
homem (mesmo sendo na essência Deus) e necessitava de um ministério para
ensinar e pregar as boas novas. Ministério é o ato de se dispor para
ser servo e ensinar os outros acerca de algo. Hórus nunca foi servo,
sempre foi rei. Jesus lavou os pés de seus discípulos, veio para ser
servo.
Reparem que todos os deuses de mistério, como
Cristo, foram crucificados, foram enterrados e ressuscitaram ao 3º dia,
tinham 12 discípulos, foram batizados aos 30 anos, etc.
Um fato que os críticos não expõem é que não foram encontradas até hoje evidências de que a mitologia desses deuses ensinava que eles tinham 12 discípulos, que eles foram crucificados, que realizavam milagres e que ressuscitaram 3 dias depois de morto e que foram batizados, etc. Nada na arqueologia provou algo em relação a isso datado antes do nascimento de Jesus.
Um exemplo é o deus Mitra. As informações que temos desse deus é que ele nasceu de uma virgem, perdoou pecados, morreu crucificado e ressuscitou 3 dias depois. Porém tais evidências só são encontradas com datas superiores há 300 anos d.C, ou seja, os desenhos (sempre desenhos) foram feitos pelo menos 300 anos depois da morte de Jesus. Os detalhes são tão parecidos que evidenciam o paganismo adotando detalhes do cristianismo. Isso seria muito comum em se tratando de uma religião politeísta onde seus deuses se associam com outros e vice-versa.
Um fato que os críticos não expõem é que não foram encontradas até hoje evidências de que a mitologia desses deuses ensinava que eles tinham 12 discípulos, que eles foram crucificados, que realizavam milagres e que ressuscitaram 3 dias depois de morto e que foram batizados, etc. Nada na arqueologia provou algo em relação a isso datado antes do nascimento de Jesus.
Um exemplo é o deus Mitra. As informações que temos desse deus é que ele nasceu de uma virgem, perdoou pecados, morreu crucificado e ressuscitou 3 dias depois. Porém tais evidências só são encontradas com datas superiores há 300 anos d.C, ou seja, os desenhos (sempre desenhos) foram feitos pelo menos 300 anos depois da morte de Jesus. Os detalhes são tão parecidos que evidenciam o paganismo adotando detalhes do cristianismo. Isso seria muito comum em se tratando de uma religião politeísta onde seus deuses se associam com outros e vice-versa.
Porque todos os deuses tem detalhes tão iguais,
sendo que a arqueologia não confirma tais detalhes atribuídos a esses
deuses que datem de um período anterior ao cristianismo?
A crucificação não era mitologia. Morte por
crucificação foi uma punição largamente utilizada por persas, gregos e
romanos. Os críticos alegam que esta era uma mitologia e que Jesus não
foi crucificado porque crucificação é mitologia, vinda da morte do sol
alinhada ao cruzeiro do sul. Vejamos então esta informação:
Crucificação ou crucifixão
era um método de execução tipicamente romano, primeiramente reservado a
escravos. Crê-se que foi criado na Pérsia, sendo trazido no tempo de
Alexandre para o Ocidente, sendo então copiado dos cartagineses pelos
itálicos. Neste ato combinavam-se os elementos de vergonha e tortura, e
por isso o processo era olhado com profundo horror. O castigo da
crucificação começava com flagelação, depois do criminoso ter sido
despojado de suas vestes. No azorrague os soldados fixavam os pregos,
pedaços de ossos, e coisas semelhantes, podendo a tortura do
açoitamento ser tão forte que às vezes o flagelado morria em
consequência do açoite. O flagelo era cometido o réu estando preso a
uma coluna.
No ato de crucificação a vítima era
pendurada de braços abertos em uma cruz de madeira, amarrada ou presa a
ela por pregos perfurantes nos punhos e pés. O peso das pernas
sobrecarregava a musculatura abdominal que, cansada, tornava-se incapaz
de manter a respiração, levando à morte por asfixia. Para abreviar a
morte os torturadores às vezes fraturavam as pernas do condenado,
removendo totalmente sua capacidade de sustentação, acelerando o
processo que levava à morte. Nos momentos que precedem a morte, falar
ou gritar exigia um enorme esforço.
As palavras em grego e latim para
"crucificação" se aplicam a diferentes formas agonizantes de execução,
do empalamento em estacas, fixado em árvores, em postes, em patíbulos
ou vigas transversas. Se em viga transversa, esta seria carregada pelo
condenado sobre seus ombros até o local da execução. Um cruz inteira
pesava mais de 130 Kg. A viga transversa podia pesar entre 35 e 60 Kg.
Fonte: Wikipédia
Seria um absurdo dizer que a crucificação é
pura mitologia. Até a pouco tempo, a história da crucificação de Cristo
utilizando pregos, era contestata por diversos estudiosos. Alguns
críticos nos dizem que a crucificação está ligada com o cruzeiro do sul,
e que isso é mitologia. Porém a arqueologia diz diferente.
Os críticos também alegam que o simbolo da Cruz é um mero plágio dos símbolos Zodiacais. Vejam a imagem abaixo:

Cruz Zodiacal. Os críticos alegam que a cruz cristã é plagio deste símbolo.
Alega-se que o símbolo cristão (cruz) é uma
adaptação da cruz que aparece nesta imagem acima. Esse pensamento existe
porque basea-se num tipo de cruz que é chamada "Cruz Celta":

Adaptação da cruz celta pelo cristianismo, após a catequização dos povos celtas
A semelhança é encontrada mais precisamente no
centro da imagem zodiacal, onde as divisões dos signos formam uma cruz e
o sol, ao centro destas linhas. Na Cruz celta, os críticos dizem que é
o sol (salvador - circunferência) no centro da cruz, assim como Cristo.
Infelizmente eles não sabem ou ignoram a informação de que esta cruz
nada tem a ver com o cristianismo (apesar de cristãos usarem-na
atualmente). É um talismã que significa força e dedicação ao trabalho e
foi feita semelhante a cruz zodiacal, com quatro pontas iguais e, os
católicos, após a catequização dos celtas, aumentaram a linha de baixo,
formando uma cruz como a de cima.
Já o significado real da cruz zodiacal é
meramente "climático". Os signos representam os meses, dividicos em 4
partes de três meses, ou seja, as estações. Vejam que a imagem mostra
inclusive o planeta terra e os solstícios.
Estranhamente, este desenho deveria ser muito
antigo, mas os desenhos do planeta e a sombra projetada pelo sol nele
não se encaixam neste desenho, pois, para as culturas antigas, o planeta
era reto, plano, e não esférico. Essa é uma evidência de que tal
desenho não é tão antigo assim. Foi feito depois da descoberta de que a
terra era redonda. Como poderia o cristianismo do século 1 copiar um
símbolo que foi criado a poucos séculos atrás? (Em 1500 a crença no
planeta plano era ainda muito forte).
A crucificação é fato. Esse método de punição
era largamente difundido em Roma. Vários corpos já foram encontrados
com sinais de crucificação, porém nunca havia sido encontrado um com
marcas de prego. Assim sendo, a crucificação de Cristo era falsa.
Então ocorreu uma revolucionária descoberta
arqueológica em junho de 1968. Foram descobertos 4 túmulos em cavernas
no local de Giv'at ha-Mivtar, ao norte de Jerusalém, perto do monte
Scopus. Este grupo de túmulo escavados em pedra calcária (assim como o
de Jesus) datam do período do 2º século antes de Cristo até 70 depois
de Cristo. Ou seja, Inclui o ano 7 a.C (nascimento de Cristo) ao ano 26
d.C. (morte dEle). No total, foram encontrados ossos de 35 pessoas.
Em uma das urnas encontradas com os ossos, a
umidade havia conservado melhor as ossadas, evidenciando marcas de
morte por violência em 5 corpos: Por pancada de clava, por flecha e por
crucificação. Os ossos foram examinados pelo Dr. N.Hass, do
departamento de Anatomia da universidade hebraica e da faculdade de
medicina de Hadassah.
No ossuário nº 4 (dos 15 encontrados) gravado
com o nome Yohanan Ben Ha'galgal, foram encontrados os ossos de um
homem adulto e de uma criança. Um grande prego de 20 cm tinha sido
cravado no osso do calcanhar, e a duas pernas estavam fraturadas. Haas
relata: "os ossos dos dois calcanhares foram transfixados por um grande
prego de ferro. As tíbias tinham sido fraturadas intencionalmente. A
morte foi causada por crucificação. (fraturas - exatamente igual aos
ladrões junto a Cristo).
Esse é apenas um exemplo de que a crucificação é fato e não mitologia.
Agora o interessante: Os primeiros registros de
crucificação foram encontrados em evidências persas, provenientes de
pelo menos 1000 anos depois do surgimento do deus Mitra, adorado na
pérsia. A crucificação só chegou no egito depois que este foi
conquistado por Alexandre o Grande. Alexandre aprendeu com os persas o
processo de crucificação e levou para todo o seu império. O surgimento
do deus Horus é muito mais antigo que Alexandre. Então, como ele pode
ser crucificado, sendo que os egípcios não sabiam o que era isso? Além
do problema ignorado pelos críticos sobre a ausência de evidências
arqueológicas anteriores ao cristianismo que diziam que tais deuses
teriam morrido crucificados. Arqueologicamente falando, o primeiro
relato documentado de um deus sendo morto por crucificação foi Jesus
Cristo.
A mesma história se repete com outros deuses
de mistérios. Isso tudo leva a pensar que, na verdade, tais detalhes
destes deuses ou foram adotados do cristianismo, por não possuírem
evidências anteriores a Jesus, ou foram forjadamente inseridos nas
características destes deuses, justamente para desacreditar a fé cristã,
assim como fazem cientistas evolucionistas para desacreditar a ciência
criacionista (lei da biogenética de Haeckel por exemplo).
Outro fato é que tais deuses não deixaram
nenhum registro completo de suas vidas. O que encontramos são apenas
diversos desenhos, relevos, esculturas, etc, e que estes, são muito
controversos. Já Jesus e sua vida foram relatados em detalhes como
nunca vistos por um grupo de discípulos. Jesus deixou uma teologia
extensa, porém simples, diferente de deuses de mistério que não
deixaram praticamente nada, além de suas histórias mirabolantes. Vejam a
história de Mitra, por exemplo.
Outro tipo de informação atribuída aos deuses
de mistérios são os adjetivos largamente difundidos e ligados a Jesus
Cristo, tais como:
Luz do mundo;
Salvador;
Filho de Deus;
Cordeiro de Deus;
Alfa e ômega;
Bom pastor;
A verdade;
Rei dos reis;
Salvador;
Filho de Deus;
Cordeiro de Deus;
Alfa e ômega;
Bom pastor;
A verdade;
Rei dos reis;
Luz do mundo – Este adjetivo é
facilmente aplicado aos deuses, pois eles são associados ao sol, ou
seja, a luz do mundo. Porém Jesus não deixa essa expressão como se ele
trouxesse luz literalmente. Vejam:
Lucas 8:12 - Falando novamente ao povo, Jesus disse: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida”.
Jesus não está se referindo a luz do dia, ou luz de vida, que garante a sobrevivência na terra, mas sim da vida sem pecado, salvação.
Jesus também nos chama de Luz do Mundo. Um deus pagão jamais daria um título como este a um homem.
Salvador – Outro adjetivo
facilmente atribuído ao sol. O sol salva a vida existente na terra.
Porém para Jesus não é utilizado este termo semelhantemente aos
deuses. Eles salvam a vida existente no planeta. Jesus diferentemente
salva do pecado e da morte (espiritual). Traz salvação ao homem do seu
pecado. Não tem nada a ver com salvar a vida existente da morte física.
Filho de Deus – adjetivo
obviamente atribuído a qualquer divindade que fosse gerada por um deus.
Jesus não é diferente. A diferença é que Jesus nos chamou assim
também, já os deuses nunca atribuiriam tal "grandeza" a um homem.
Cordeiro de Deus, Alfa e ômega –
Não existe nenhum registro nos mostrando que os deuses possuíam tais
adjetivos. Podemos dizer que são exclusivos de Jesus, pois os únicos
registros existentes destes adjetivos atribuídos a um deus é os de João
nos seus livros. Cordeiro de deus é uma analogia ao cordeiro
sacrificado num ritual judeu. O paganismo não sacrificava cordeiros em
alusão a seus deuses, mas sim touros, por exemplo (mitraísmo).
Sacrifícios de cordeiros eram quase que exclusivos dos judeus, e João
utilizou o termo Cordeiro de Deus para Jesus sacrificado e imolado. Já o
alfa e ômega é outro termo utilizado apenas por João e a informação de
que Dionísio era o alfa e ômega não tem sustentação arqueológica
afirmando tal. O que se especula é que existe a possibilidade, pois
este título tem origem na Grécia, e João esteve cativo lá. Como ele
escreveu seu evangelho aos gregos, pode ter usado o termo para
exemplificar que Deus era o princípio e o fim. Apenas uma ilustração
criada por João.
Bom pastor – Pastor do que? De
ovelhas? Porque de homens eles não eram capazes. Tal adjetivo pode ser
conferido a qualquer entidade que queira se mostrar benévola,
caridosa, servil, amável, etc. Mas sabemos que os deuses de mistérios
não eram assim. Eram deuses tiranos, corruptíveis (gregos),
narcisistas, humilhadores e raras eram as vezes que tinham compaixão dos
homens. Então, aplica-se esse adjetivo para “minimizar” as atitudes de
tais deuses.
A Verdade – Tal título também pode ser visto como exclusivo de Jesus. Tal expressão vem do texto a seguir:
João 14:6 - Respondeu Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.
O que ocorre aqui é um enxerto na descrição
dos deuses, visando o descrédito de Jesus, assim, pega-se parte da
mesma e aplica-se em um deus. Não existe nada, nenhum texto ou desenho
que afirme que tais deuses se diziam ser “A Verdade”. Apenas escritos
recentes sobre tais deuses dizem isso.
Rei dos reis – Tal descrição é
comum em divindades. É um adjetivo facilmente aplicável à qualquer
deus. A diferença é que Jesus reina sobre todos os reis do mundo. Já os
deuses de mistérios sempre eram regionais. Não temos nada relatado
acerca destes deuses que diz serem o Deus supremo sobre todos. Ao
contrário, geralmente, tais divindades não eram as supremas, como por
exemplo Zeus, o criador da terra e dos homens, era subordinado de
Theos, o verdadeiro deus supremo, no qual a religião grega pouco
enfatizava, por ser um deus incorruptível e que não praticava as
barbáries que os deuses abaixo dele praticavam. Os gregos tinham tanto
medo de Theos que procuraram pouco se aprofundar em seu conhecimento, e
com o passar do tempo, este foi sendo esquecido, dando lugar ao tirano
Zeus (céus) e Hades (inferno).
O termo teologia vem de Theos. Os evangelistas, ao descrever o Senhor Deus cristão, possivelmente utilizaram Theos para substituir o nome “Senhor Deus”, ilustrando que Deus (Theos) era o senhor soberano de toda a terra.
O termo teologia vem de Theos. Os evangelistas, ao descrever o Senhor Deus cristão, possivelmente utilizaram Theos para substituir o nome “Senhor Deus”, ilustrando que Deus (Theos) era o senhor soberano de toda a terra.
Esta hipótese é a base para o estudo do “Fator Melquisedeque”, que será explicado posteriormente.
Outra fraude que é aplicada aos deuses é a
“remissão” dos pecados. O termo pecado tem sua origem no povo hebreu.
Talvez uma forma diferente de pecado era conhecida pelos outros povos,
mas o termo pecado (desobediência às leis, conseqüentemente a morte
espiritual) era conhecido apenas pelo povo semítico, posteriormente
hebreu. O que ocorria em outras religiões era o erro de alguém que
pedia perdão ao seu deus, mas não tinha consciência do que era o
“pecado” (morte espiritual). Este ato foi registrado pela primeira vez
em Genesis e não há registro mais antigo utilizando o termo “pecado”.
Entre outras palavras, os deuses não perdoavam ou redimiam pecados. Tal atitude era exclusiva de Deus (Jesus).
A chave da questão é: Deuses de mistérios não
possuem evidências anteriores a Jesus para que sejam afirmadas as
informações acima a eles atribuídas. Sendo assim, até que se encontre
algo, são os seus detalhes adotados do Cristianismo.
Cristianismo e Judaísmo - o Cumprimento
Por Norman Geisler
Cristianismo e Mitraísmo.
Uma apologia, por Dr. Norman Geisler.
Alguns críticos contemporâneos do cristianismo argumentam que essa religião não é baseada na revelação divina, mas foi emprestada das religiões de mistério, tais como o mitraísmo. O autor mulçumano Yousuf Saleem Chishti atribui doutrinas como a divindade de Cristo e a expiação a ensinamentos pagãos dos pais da igreja.
Teoria de fonte pagã. Chishti tenta demonstrar a vasta influência das religiões de mistério sobre o cristianismo:
“A doutrina cristã da expiação de pecados foi altamente influenciada pelas religiões de mistério, principalmente o mitraísmo, que tinha seu filho de deus e mãe Virgem, crucificação e ressurreição após expiação dos pecados da humanidade e, finalmente, sua ascensão ao sétimo céu.”
Ele acrescenta:
"Quem estudar os ensinamentos do mitraísmo juntamente com os do cristianismo, certamente se surpreenderá com a afinidade que é visível entre eles, tanto que muitos críticos são obrigados a concluir que o cristianismo é o fac-símile ou a segunda edição do mitraísmo (Chishti, p.87)".
Uma apologia, por Dr. Norman Geisler.
Alguns críticos contemporâneos do cristianismo argumentam que essa religião não é baseada na revelação divina, mas foi emprestada das religiões de mistério, tais como o mitraísmo. O autor mulçumano Yousuf Saleem Chishti atribui doutrinas como a divindade de Cristo e a expiação a ensinamentos pagãos dos pais da igreja.
Teoria de fonte pagã. Chishti tenta demonstrar a vasta influência das religiões de mistério sobre o cristianismo:
“A doutrina cristã da expiação de pecados foi altamente influenciada pelas religiões de mistério, principalmente o mitraísmo, que tinha seu filho de deus e mãe Virgem, crucificação e ressurreição após expiação dos pecados da humanidade e, finalmente, sua ascensão ao sétimo céu.”
Ele acrescenta:
"Quem estudar os ensinamentos do mitraísmo juntamente com os do cristianismo, certamente se surpreenderá com a afinidade que é visível entre eles, tanto que muitos críticos são obrigados a concluir que o cristianismo é o fac-símile ou a segunda edição do mitraísmo (Chishti, p.87)".
Chishit descreve algumas semelhanças entre Cristo e Mitra:
" Mitra
foi considerado o filho de Deus, foi um salvador e nasceu de uma
virgem, teve doze discípulos, foi crucificado, ressuscitou dos
mortos no terceiro dia, expiou os pecados da humanidade e voltou para o
seu pai no céu (ibid.,87-8)".
Avaliação: Uma leitura honesta do NT demonstra que Paulo não ensinou uma nova religião nem baseou-se em mitologia existente. As pedras fundamentais do cristianismo são tiradas claramente do judaísmo em geral e da vida de uma personagem histórica chamada Jesus.
Jesus é a origem da religião de Paulo. Um estudo cuidadoso das epístolas e dos evangelhos revela que a fonte dos ensinamentos de Paulo sobre a salvação era o AT e os ensinamentos de Jesus. Uma comparação simples dos ensinamentos de Jesus e Paulo demonstrará isso.
Ambos ensinaram que o cristianismo cumpria o judaísmo. Paulo, como Jesus, ensinou que o cristianismo era um cumprimento do judaísmo. Jesus declarou:
“Não pensem que vim abolir a Lei ou os profetas; não vim abolir, mas cumprir” (Mt 5.17). Jesus acrescentou: “A lei e os Profetas profetizaram até João. Desse tempo em diante estão sendo pregadas as boas novas do Reino de Deus, e todos tentam forçar sua entrada nele.É mais fácil os céus e a terra desaparecerem do que cair da lei o menor traço." (Lc.16.16,17).
O cristianismo de Paulo e de Jesus é bom conhecedor do judaísmo e está completamente alheio às seitas de mistério. Paulo escreveu aos romanos: “Porque o fim da lei é Cristo, para a justificação de todo o que crê” (Rm 10.4).
Avaliação: Uma leitura honesta do NT demonstra que Paulo não ensinou uma nova religião nem baseou-se em mitologia existente. As pedras fundamentais do cristianismo são tiradas claramente do judaísmo em geral e da vida de uma personagem histórica chamada Jesus.
Jesus é a origem da religião de Paulo. Um estudo cuidadoso das epístolas e dos evangelhos revela que a fonte dos ensinamentos de Paulo sobre a salvação era o AT e os ensinamentos de Jesus. Uma comparação simples dos ensinamentos de Jesus e Paulo demonstrará isso.
Ambos ensinaram que o cristianismo cumpria o judaísmo. Paulo, como Jesus, ensinou que o cristianismo era um cumprimento do judaísmo. Jesus declarou:
“Não pensem que vim abolir a Lei ou os profetas; não vim abolir, mas cumprir” (Mt 5.17). Jesus acrescentou: “A lei e os Profetas profetizaram até João. Desse tempo em diante estão sendo pregadas as boas novas do Reino de Deus, e todos tentam forçar sua entrada nele.É mais fácil os céus e a terra desaparecerem do que cair da lei o menor traço." (Lc.16.16,17).
O cristianismo de Paulo e de Jesus é bom conhecedor do judaísmo e está completamente alheio às seitas de mistério. Paulo escreveu aos romanos: “Porque o fim da lei é Cristo, para a justificação de todo o que crê” (Rm 10.4).
Ele acrescentou aos colossenses: “Ninguém os julgue pelo que vocês comem ou bebem, ou
com relação a alguma festividade religiosa ou a
celebração das luas novas ou dos dias de sábado.
Estas coisas são sombras do que haveria de vir; a realidade,
porém, encontra-se em Cristo” (Cl 2.16,17).
O cristianismo ensinou que os seres humanos são pecadores. tanto
Paulo quanto Jesus ensinaram que os seres humanos são pecadores.
Jesus declarou:
“Eu lhes asseguro que todos os pecados e blasfêmias dos homens lhes serão perdoados” (Mc 3.28). Ele acrescentou em João: “
Eu lhes disse que vocês morrerão em seus pecados se
vocês não crerem que eu Sou (aquele que afirmo ser), de
fato morrerão em seus pecados.” (Jo 8.24).
Paulo declarou que todos os seres humanos são pecadores, insistindo em que “todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Rm 3.23). Ele acrescentou em Efésios: “Vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados” (Ef.2.1). Na verdade, parte da própria definição do evangelho era que “Cristo morreu por nossos pecados segundo as Escrituras” (1 Co 15.3).
O cristianismo ensinou que a expiação de sangue era necessária. Tanto Jesus como Paulo insistiram em que o sangue derramado de Cristo era necessário como expiação pelos nossos pecados .Jesus proclamou: “Pois nem mesmo o Filho do Homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Mc 10.45).
Ele acrescentou na Última Ceia: “Isto é o meu sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos, para perdão de pecados” (Mt 26.28).
Paulo também é enfático. Afirmou que em Cristo “temos a redenção por meio de seu sangue, o perdão dos pecados, de acordo com as riquezas da graça de Deus” (Ef.1:7).
Em Romanos, acrescentou: “Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (5.8).Referindo-se à páscoa do AT., ele disse: “Cristo nosso Cordeiro pascal foi sacrificado” (1 Co 5.7).
Paulo declarou que todos os seres humanos são pecadores, insistindo em que “todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Rm 3.23). Ele acrescentou em Efésios: “Vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados” (Ef.2.1). Na verdade, parte da própria definição do evangelho era que “Cristo morreu por nossos pecados segundo as Escrituras” (1 Co 15.3).
O cristianismo ensinou que a expiação de sangue era necessária. Tanto Jesus como Paulo insistiram em que o sangue derramado de Cristo era necessário como expiação pelos nossos pecados .Jesus proclamou: “Pois nem mesmo o Filho do Homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Mc 10.45).
Ele acrescentou na Última Ceia: “Isto é o meu sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos, para perdão de pecados” (Mt 26.28).
Paulo também é enfático. Afirmou que em Cristo “temos a redenção por meio de seu sangue, o perdão dos pecados, de acordo com as riquezas da graça de Deus” (Ef.1:7).
Em Romanos, acrescentou: “Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (5.8).Referindo-se à páscoa do AT., ele disse: “Cristo nosso Cordeiro pascal foi sacrificado” (1 Co 5.7).
O cristianismo enfatizou a ressurreição de Cristo. Jesus
e Paulo também ensinaram que a morte e o sepultamento de Jesus
foram completados por sua ressurreição corporal. Jesus
disse:“está escrito que o Cristo haveria de sofrer e ressuscitar ao terceiro dia” (Lc 24.46).
Jesus fez um desafio: ”Destruam
este templo, e eu o levantarei em três dias (...)Mas o templo do
qual ele falava era o seu corpo”( Jô 2.19,21).
Depois de
ressuscitado dos mortos, seus discípulos lembraram-se do que ele
disse. Então creram nas escrituras e nas palavras que Jesus havia
dito (Jo 2.22;cf. 20.25-29).
O apóstolo Paulo também enfatizou a necessidade da ressurreição para a salvação. Aos romanos ele escreveu: “Ele (Jesus) foi entregue à morte por nossos pecados e ressuscitado para nossa justificação”(Rm 4.25).
O apóstolo Paulo também enfatizou a necessidade da ressurreição para a salvação. Aos romanos ele escreveu: “Ele (Jesus) foi entregue à morte por nossos pecados e ressuscitado para nossa justificação”(Rm 4.25).
Na verdade,
Paulo insistiu que a crença na ressurreição era
essencial para a salvação, ao escrever: “Se
você confessar com a sua boca que Jesus Cristo é senhor e
crer em seu coração que Deus o ressuscitou dos mortos,
será salvo” (Rm 10.9).
O cristianismo ensinou que a salvação é pela graça mediante a fé. Jesus afirmou que todas as pessoas precisam da graça de Deus. Os discípulos de Jesus lhe disseram: “Neste caso, quem pode ser salvo?”.
Jesus olhou para eles e respondeu: “para o homem é impossível, mas para Deus, todas as coisas são possíveis (Mt 19.25,26).
O cristianismo ensinou que a salvação é pela graça mediante a fé. Jesus afirmou que todas as pessoas precisam da graça de Deus. Os discípulos de Jesus lhe disseram: “Neste caso, quem pode ser salvo?”.
Jesus olhou para eles e respondeu: “para o homem é impossível, mas para Deus, todas as coisas são possíveis (Mt 19.25,26).
Em todo o evangelho de
João, Jesus apresentou apenas uma maneira de obter a
salvação graciosa de Deus: “Quem crê no Filho
tem a vida eterna” (3.36; v.3.16;5.24;Mc 1.15).
Paulo ensinou a salvação pela graça mediante a fé, afirmando: “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9; v. Tt 3. 5-7). Ele acrescentou aos romanos: “Todavia, àquele que não trabalha mas confia em Deus, que justifica o ímpio, sua fé lhe é creditada como justiça” (4.5).
Paulo ensinou a salvação pela graça mediante a fé, afirmando: “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9; v. Tt 3. 5-7). Ele acrescentou aos romanos: “Todavia, àquele que não trabalha mas confia em Deus, que justifica o ímpio, sua fé lhe é creditada como justiça” (4.5).
Uma comparação dos ensinamentos de Jesus e Paulo sobre
salvação revela claramente que não há base
para especular sobre qualquer fonte dos ensinamentos de Paulo
além dos ensinamentos de Jesus.
O cristianismo baseou-se no judaísmo e não no mitraísmo.
Na
realidade, a mensagem de Paulo acerca do evangelho foi examinada e
aprovada pelos apóstolos originais (Gl 1 e 2 ), demonstrando o
reconhecimento oficial de que a sua mensagem não se opunha a de
Jesus.
A acusação de que Paulo corrompeu a mensagem original de Jesus foi respondida a muito tempo por J. Gresham Machen na sua obra clássica A origem da religião de Paulo e por F. F. Bruce em Paulo e Jesus.
A acusação de que Paulo corrompeu a mensagem original de Jesus foi respondida a muito tempo por J. Gresham Machen na sua obra clássica A origem da religião de Paulo e por F. F. Bruce em Paulo e Jesus.
Origem da Trindade: A doutrina cristã da Trindade não tem
origem pagã. As religiões pagãs eram
POLITEÍSTAS e PANTEÍSTAS, mas os trinitários
são monoteístas. Os trinitários não
são TRITEÍSTAS que acreditam em três deuses
separados; eles são monoteístas que acreditam num deus
manifesto em três pessoas distintas.
Embora o termo Trindade ou sua fórmula específica não apareçam na Bíblia, ele expressa fielmente todos os dados bíblicos. Uma compreensão precisa do desenvolvimento histórico e teológico dessa doutrina ilustra de forma ampla que foi exatamente por causa dos perigos do paganismo que o Concílio de Nicéia formulou a doutrina ortodoxa da Trindade. Pra um tratamento breve da história dessa doutrina, v. E. Calvin Beisner, (Deus em três pessoas). Dois clássicos nessa área são G.L. Prestige (Deus no pensamento patrístico) e J.N.D. Kelly, Doutrinas centrais da fé cristã.
Embora o termo Trindade ou sua fórmula específica não apareçam na Bíblia, ele expressa fielmente todos os dados bíblicos. Uma compreensão precisa do desenvolvimento histórico e teológico dessa doutrina ilustra de forma ampla que foi exatamente por causa dos perigos do paganismo que o Concílio de Nicéia formulou a doutrina ortodoxa da Trindade. Pra um tratamento breve da história dessa doutrina, v. E. Calvin Beisner, (Deus em três pessoas). Dois clássicos nessa área são G.L. Prestige (Deus no pensamento patrístico) e J.N.D. Kelly, Doutrinas centrais da fé cristã.
Mitraísmo e cristianismo. Com base nisso é evidente que o
cristianismo se originou do judaísmo e dos ensinamentos de
Jesus. É igualmente evidente que ele não se originou do
mitraísmo. As descrições de Chishti dessa
religião são infundadas. Na verdade ele não
dá referências para as semelhanças que alega. Ao
contrário do cristianismo, o mitraísmo é baseado
em mitos. Ronald Nash, autor de O cristianismo e o mundo
Helenístico, escreve:
"O que sabemos com certeza é que o mitraísmo, tal como seus competidores entre as religiões de mistérios, tinha um mito básico. Mitra supostamente nasceu quando emergiu de uma rocha; estava carregando uma faca e uma tocha e usando um chapéu frígio. Lutou primeiro contra o Sol e depois contra um touro primevo, considerado o primeiro ato da criação. Mitra matou o touro, que então se tornou a base da vida para a raça humana (Nash, p.144)."
O cristianismo afirma a morte física e ressurreição corporal de Cristo. O mitraísmo, como outras religiões pagãs, não tem ressurreição corporal. O autor grego Ésquilo resume a visão grega: “Quando a terra tiver bebido o sangue de um homem, depois de morto, não há ressurreição”. Ele usa a mesma palavra grega para ressurreição, anastasis, que Paulo usa em 1 Coríntios 15 (Ésquilo, Eumenides, p.647). Nash observa:
“Alegações da dependência cristã primitiva do mitraísmo foram rejeitadas por várias razões. O mitraísmo não tem conceito da morte e ressurreição de seu deus nem lugar para qualquer conceito de renascimento – pelo menos durante seus primeiros estágios(...) Durante os primeiros estágios da seita, a idéia de renascimento seria estranha à sua visão básica (...) Além disso, o mitraísmo era basicamente uma seita militar. Portanto é preciso ser cético com relação à sugestões de que tenha atraído civis como primeiros cristãos".
"O que sabemos com certeza é que o mitraísmo, tal como seus competidores entre as religiões de mistérios, tinha um mito básico. Mitra supostamente nasceu quando emergiu de uma rocha; estava carregando uma faca e uma tocha e usando um chapéu frígio. Lutou primeiro contra o Sol e depois contra um touro primevo, considerado o primeiro ato da criação. Mitra matou o touro, que então se tornou a base da vida para a raça humana (Nash, p.144)."
O cristianismo afirma a morte física e ressurreição corporal de Cristo. O mitraísmo, como outras religiões pagãs, não tem ressurreição corporal. O autor grego Ésquilo resume a visão grega: “Quando a terra tiver bebido o sangue de um homem, depois de morto, não há ressurreição”. Ele usa a mesma palavra grega para ressurreição, anastasis, que Paulo usa em 1 Coríntios 15 (Ésquilo, Eumenides, p.647). Nash observa:
“Alegações da dependência cristã primitiva do mitraísmo foram rejeitadas por várias razões. O mitraísmo não tem conceito da morte e ressurreição de seu deus nem lugar para qualquer conceito de renascimento – pelo menos durante seus primeiros estágios(...) Durante os primeiros estágios da seita, a idéia de renascimento seria estranha à sua visão básica (...) Além disso, o mitraísmo era basicamente uma seita militar. Portanto é preciso ser cético com relação à sugestões de que tenha atraído civis como primeiros cristãos".
Conclusão
Todas as alegações de dependência
cristã para com as religiões gnósticas e de
mistério foram rejeitadas por especialistas em estudos
bíblicos e clássicos. O caráter histórico
do cristianismo e a data antiga dos documentos do NT não
oferecem tempo suficiente para desenvolvimentos mitológicos. E
há uma falta absoluta de evidência antiga para apoiar tais
idéias. O teólogo britânico Norman Anderson explica:
”A diferença básica entre o cristianismo e as religiões de mistério é a base histórica de um e o caráter mitológico das outras. As divindades das religiões de mistério eram apenas “figuras nebulosas de um passado imaginário”, enquanto o cristo que o kerigma apostólico proclamou que viveu e morreu poucos anos antes dos primeiros documentos do NT serem escritos. Mesmo quando o apóstolo Paulo escreveu sua primeira carta aos Coríntios, a maioria das cerca de quinhentas testemunhas da ressurreição ainda estava viva. (Anderson, p. 52-3).
Fonte: Enciclopédia de Apologética, Norman Geisler, Ed. Vida.
Também
há evidências que revelam que a informação
de que Mitra teria sido crucificado, morrido, ressuscitado e
ascendido,
surgiu apenas por volta de 400 d.C. Ou seja. A crença na
crucificação e ressurreição de Mitra pode
ter sido baseada no cristianismo, pois o politeísmo tem a prática de
associação de deuses e utilização de mesmas mitologias.
”A diferença básica entre o cristianismo e as religiões de mistério é a base histórica de um e o caráter mitológico das outras. As divindades das religiões de mistério eram apenas “figuras nebulosas de um passado imaginário”, enquanto o cristo que o kerigma apostólico proclamou que viveu e morreu poucos anos antes dos primeiros documentos do NT serem escritos. Mesmo quando o apóstolo Paulo escreveu sua primeira carta aos Coríntios, a maioria das cerca de quinhentas testemunhas da ressurreição ainda estava viva. (Anderson, p. 52-3).
Fonte: Enciclopédia de Apologética, Norman Geisler, Ed. Vida.

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