Segundo
a Paleontologia os Dinossauros dominavam o mundo na era Mesozóica que
teria durado 248 milhões de anos a 65 milhões de anos atrás. Conforme
acreditam os astrônomos e geólogos a Terra foi formada há 4 bilhões de
anos.
Estas
afirmações contrariam as revelações bíblicas, já que a Bíblia nos dá a
entender que a Terra teria sido criada a apenas 6.000 anos atrás.
Outros interpretes da Bíblia acreditam que a Terra teria entre 6 a 13
mil anos e outros até admitem uma era pré-histórica.
Mas
a realidade é que não se pode crer na Bíblia e na ciência ao mesmo
tempo. E quando falo sobre "ciência" me refiro as afirmações feitas
sobre a idade da Terra, os dinossauros e a Teoria da Evolução no geral.
Isso ocorre pois a Bíblia se opõem a muito do que é visto como verdade cientifica hoje.
Traremos
em breve outros artigos explorando estes temas mais a fundo, mas agora
nos deteremos a questão sobre a qual intitula esta serie de artigos
"os Dinossauros".
Como
vimos anteriormente a Bíblia nos mostra relatos que poderiam estar
mencionando que os Dinossauros teriam convivido com os seres humanos.
Para
podermos crer na Bíblia é preciso encontrar provas de que eles não só
conviveram com os homens mas também não são tão velhos como se afirma
nas teorias cientificas.
Seria possível encontrar provas que estes animais conviveram com o homem? Existiriam registros históricos disso?


Por
mais que estas afirmações pareçam ser absurdas para alguns leitores
desta matéria, mesmo assim quero afirmar que sim. Os Dinossauros não só
conviveram com o Homem, como também não são tão antigos como se
afirma.
Que provas temos disso então?
Gostaria
de mencionar primeiramente uma curiosidade encontrada em quase todas
as culturas do mundo. Uma lenda praticamente universal. A lenda que
menciona a existência de dragões.
Estas
lendas estão presentes em varias culturas ao redor do mundo e existem
registros escritos da aparição de dragões em varias eras da historia
humana.
Varias
civilizações ao longo da Historia, têm estado muito familiarizadas com
dragões. As descrições destes animais encaixam com o que sabemos sobre
dinossauros. A Bíblia menciona tais criaturas, até mesmo aqueles que
viviam no mar e voavam no ar. Existe um registro enorme de outras
evidências históricas que comprovam que tais criaturas viveram próximas
das pessoas.
Na
China encontramos uma forte influencia destas lendas que hoje estão em
evidencia na porcelana chinesa, bijuteria e esculturas.
Na
Inglaterra temos a lenda de São Jorge que matou um dragão que vivia em
uma caverna e outras lendas de menor importância mas que também
mencionam a existência de dragões enfrentando seres humanos.
Nos
anos de 1500, um livro científico europeu, Historia Animalium,
registrou vários animais a que chamaríamos dinossauros, como estando
ainda vivos. Um naturalista bem conhecido, Ulysses Aldrovandus,
registrou um encontro entre um camponês chamado Baptista e um dragão
cuja descrição encaixa com o do pequeno dinossauro Tanystropheus. O
encontro foi em 13 de Maio de 1572, perto de Bolonha na Itália e o
camponês matou o dragão.
Existem também os registros históricos narrados por pessoas que marcaram com mais intensidade o mundo antigo.
A
Epopéia Gilgamesh história suméria datada de 2000 A.C, menciona as
experiências deste herói que em um dado momento quando cortava cedros
numa floresta remota, encontrou um enorme dragão que matou, cortando a
sua cabeça e levando-a como troféu.
Alexandre
o Grande quando marchou para a Índia com seus soldados mencionou que
os indianos adoravam grandes répteis sibilantes que mantinham em
cavernas.
Em uma outra historia um irlandês do século X que escreveu sobre o seu encontro com o que parece ter sido um Stegosaurus.
Outras
lendas e narrativas surgem constantemente no mundo hoje. Pessoas ou
povos que afirmam conviverem com dinossauros e seres aos quais para a
ciência são tidos como extintos e pré-históricos.
Mokele-Mbembe
Um
intrigante relato tem chamado a atenção do mundo cientifico já a muito
tempo. Desde o século XVII que os exploradores europeus relatam a
existência de um monstro misterioso na África Central.
Foram
encontradas pegadas com pelo menos 90 cm de perímetro e mais de 2
metros de distancia entre elas. As pegadas não são de nenhum animal
conhecido mais sim como se supõe ser de um saurópode, ou como
conhecemos uma espécie de dinossauro. As pegadas são recentes e não
estão na rocha e sim no barro.
Os
pigmeus afirmam já ter visto o monstro, e que afinal não é só um.
Mokele-Mbembe, nome atribuído ao mais conhecido, é identificado pelos
pigmeus como um saurópode (quando lhes são mostradas fotos de vários
animais extintos). Os relatos vêm do Congo, dos Camarões e do Gabão,
onde é conhecido por n’yamala.
No
Congo, região centro-oeste da África, há pântanos infestados de
mosquitos onde a temperatura do ar é extremamente alta e a umidade do
ar chega a 95%. Em 1980, um grupo liderado pelo Dr. Roy Mackal da
Universidade de Chicago, visitou estes pântanos. Os nativos ao verem uma
figura de um Diplodoco em um livro infantil para colorir imediatamente
o chamaram de "Mokele Mbembe". Eles disseram que aquele animal vive no
pântano e o descreveram como tendo aproximadamente 6 metros de
comprimento, a maior parte sendo pescoço e cauda, com um corpo do
tamanho de um hipopótamo. Ele vive principalmente debaixo da água e
apenas ressalta o pescoço para pegar as plantas. A sua planta favorita é
o Malombo que tem uma fruta dura como uma maçã. As suas pegadas têm
marcas de garra, de tamanho próximo a do elefante e do hipopótamo,
embora diferentes. Marcellin Agnagna, um biólogo do Congo, foi em uma
das expedições ao pântano e diz ter visto um. Infelizmente a umidade
elevada do ambiente dificulta extremamente a fotografia, assim ainda
não há fotos.
No
outono de 2000 uma expedição conduzida pelo pessoal do site Genesis
Park realizou pesquisas no sudeste da República dos Camarões
trabalhando em pântanos sórdidos, em rios de selva flutuantes, viajando
pelas virgens florestas tropicais e entrevistando pigmeus da floresta
que nunca haviam falado anteriormente com um explorador. De aldeia em
aldeia os informantes reconheceram a criatura (desenho abaixo) entre
figuras de vários animais. O nome era sempre o mesmo: "Likela-bembe",
cuja pronúncia é parecida com a dos nativos do Congo: "Mokele Mbembe".
Testemunhas oculares os conduziram para lugares onde tinha sido visto,
em alguns casos bem recentemente. Suas ações foram descritas em
detalhes em fascinante harmonia com a informação do Dr. Roy Mackal no
Congo. Recentemente, o desassossego político parou as expedições para o
Congo.
Em "No rastro de um dinossauro dos dias atuais", história originalmente publicada no The Concord Monitor por Sarah Earl em 2/3/2001, é relatada as pesquisas de David Woetzel, presidente e CEO da CCR Datasystems.
Em
novembro de 2000, Woetzel entrou nas florestas virgens da República
dos Camarões atrás do "Likela-bembe". Colheu dúzias de depoimentos de
testemunhas oculares de nativos acima e abaixo dos rios Boumba e
Loponji, com muitas evidências da existência do animal enviadas para a
BBC e para um grupo de cientistas de uma expedição para a misteriosa
região.
Woetzel
manteve a sua viagem em segredo até o fim de fevereiro de 2001, quando
a equipe da BBC foi para Camarões. "Porque este é verdadeiramente um
mundo perdido", diz Woetzel. Estes nativos nunca foram incitados por
repórteres ou foram oferecidas promessas de fama e dinheiro. Na
realidade, foi dito para Woetzel e seu companheiro, William Gibbons,
que eles foram os primeiros brancos a entrar na floresta e nos pântanos
ao longo dos rios Boumba e Loponji.
Woetzel
e Gibbons, com suas próprias finanças, voaram à República de Camarões,
ultrapassaram a fronteira até um povoado chamado Welele onde guias
pigmeus foram então contratados para conduzi-los. Dormindo em barracas e
cabanas, Woetzel e Gibbons andaram por pântanos fundos até a cintura e
por densa vegetação para chegar ao rio. Eles comeram bananas, lutaram
contra toda sorte de estranhos insetos sem beber a água local.
Conheceram os Baka, nativos familiarizados intimamente com o aquele
ambiente e totalmente fascinados pelos homens brancos. "Era como se uma
nave alienígena tivesse pousado", disse Woetzel.
O
que não pegou de surpresa os aldeãos foi o esboço do dinossauro que
Woetzel havia levado. Para testar a sua credibilidade, Woetzel lhes
mostrou primeiro esboços de animais conhecidos naquela região, como
crocodilos e hipopótamos. Depois lhes mostrou esboços de animais com
que eles não estariam familiarizados, como os ursos pardos. Finalmente,
ele lhes mostrou o esboço do longo herbívoro pré-histórico descrito
anteriormente pelos outros nativos como "Likela-bembe".
Os
aldeãos passaram em todos os testes, identificando as criaturas
familiares, deixando passar os animais estrangeiros e pronunciando
"Likela-bembe" ao verem o desenho do brontossauro. Era aproximadamente
tão grande quanto um elefante, eles disseram, com uma cobra "como
cabeça" e um rabo longo e poderoso. Os nativos temiam-no por causa da
sua ferocidade para com as outras criaturas, e contaram histórias do
animal destruindo canoas à procura de comida. "Não havia dúvidas em
suas mentes sobre a existência desta criatura", disse. "Constantemente,
de aldeia em aldeia, eles escolhiam o 'Likela-bembe', chamando-o e
descrevendo-o do mesmo modo".
Mbielu-mbielu-mbielu
Um
outro animal existente na República do Congo é chamado de
Mbielu-mbielu-mbielu que quer dizer “o animal com placas dorsais” Tem
chamado a atenção de vários exploradores e aventureiros, pois ainda que
não se saiba bem que animal é este que permeia a mente das tribos
existentes na região, sua aparência é bem semelhante a do Stegosaurus.
Como afirmam os nativos este animal tem um conjunto de placas nas
costas, grandes e sólidas
Emela-ntouka
O Emela-ntouka
é uma lenda que também é divulgada entre vários nativos no congo. O
termo significa “elefante aquático.” Muitos acreditam de acordo com as
descrições que este animal possa ser algum tipo de Centrosaurus ou
talvez um tipo de rinoceronte semi-aquatico desconhecido.
O
animal é maior que um elefante, possui cauda e um chifre na parte
frontal da cabeça e muitos afirmam que é um voraz inimigo dos elefantes
da região, chegando a ferir e matar estes animais. A sua cor é
semelhante á dos elefantes, as patas são fortes e pesadas e emite
vários tipos de sons.
Uma
historia existente na ilha de Umboi, Papua Nova Guiné.tem atraído a
atenção de vários cientistas e entidades interessadas em encontrar
novas espécies de animais ou criaturas supostamente extintas.
Trata-se
dos avistamentos de uma criatura alada que possui de 5 a 20 metros de
comprimento, tem uma crista na cabeça e apresenta hábitos noturnos.
Relatos afirmam que a criatura possui uma espécie de luminescência, que
dura alguns segundos e facilita sua visualização a noite.
Os nativos denominam esta criatura de Ropen.
Depois
da Segunda Guerra Mundial, expedições de ocidentais começaram a
penetrar nas profundezas das florestas da ilha atrás do animal.
Um dos primeiros testemunhos documentados é de 1944, do instrutor de vôo Duane Hodgkinson, que diz ter visto um pterodáctilo perto de Finschhafen. Gideon Koro, Wesley Koro e Mesa Agustin também dizem ter presenciado um ropen voando sobre o lago Pung, em 1994. Um casal australiano relata ter testemunhado uma criatura gigante com características de lagarto durante uma tarde, em 1997.
De 1994 até 2002 diversas expedições foram formadas para encontrar o animal. Em 2004, o videógrafo Jonathan Whitcomb fez uma extensa pesquisa e expedição, imensamente documentada em vídeo e no seu livro. Ele acredita que os relatos não são fruto da imaginação das pessoas. Os dados colhidos em entrevistas mostram que há uma semelhança incrível entre o ropen e o pterossauro Rhamphorhynchoid. Whitcomb diz que a luminescência natural do animal pode ajudá-lo a capturar peixes.
Um dos primeiros testemunhos documentados é de 1944, do instrutor de vôo Duane Hodgkinson, que diz ter visto um pterodáctilo perto de Finschhafen. Gideon Koro, Wesley Koro e Mesa Agustin também dizem ter presenciado um ropen voando sobre o lago Pung, em 1994. Um casal australiano relata ter testemunhado uma criatura gigante com características de lagarto durante uma tarde, em 1997.
De 1994 até 2002 diversas expedições foram formadas para encontrar o animal. Em 2004, o videógrafo Jonathan Whitcomb fez uma extensa pesquisa e expedição, imensamente documentada em vídeo e no seu livro. Ele acredita que os relatos não são fruto da imaginação das pessoas. Os dados colhidos em entrevistas mostram que há uma semelhança incrível entre o ropen e o pterossauro Rhamphorhynchoid. Whitcomb diz que a luminescência natural do animal pode ajudá-lo a capturar peixes.
Relatos
semelhantes e registros de criaturas aladas não são somente
encontradas na ilha de Umboi. No Congo perto da Rodésia algumas tribos
locais deram depoimentos ao explorador africano Melland, mencionando a
existência de criaturas aladas de aproximadamente 1,2 metro de asa as
quais chamam de Kongomato.
Segundo
os nativos o animal é um lagarto com asas mas de couraça bem parecida
com um morcego, sai mais frequentemente á noite e come animais em fase
de decomposição.
Existem
também narrativas idênticas da existência destas criaturas na ilha
Seram, ao largo da costa da Nova Guiné. Em ambas as tribos que afirmam
terem visto estas criaturas, ao verem uma gravura de um Pterodátilo
reconhecem com espanto se tratar do mesmo animal.
Na
Amazônia algumas tribos também já avistaram criaturas chamadas por
eles de "Jacaré dos céus" ou "jacaré com asas"... Algumas tribos
africanas distantes cultuam os pterodáctilos como se fossem deuses.
O livro The Illustrated Encyclopedia of Dinosaurs dos
doutores David Norman e Peter Wellnhofer.trazem fotos de Pterodátilos
capturados vivos no século XVII. Por se tratarem de fotos bem antigas
descarta-se a possibilidade de serem falsificadas, pois as mesmas foram
realmente impressas ha. muitos anos, sendo impossível a utilização de
recursos modernos de falsificação.
Um
pássaro semelhante foi morto por volta de 1860 também nos EUA. Por ser
uma foto antiga e de baixa definição não há como identificá-lo. Há
vários registros de aves gigantes vistas ou caçadas naquele século.
Não
existem somente relatos feitos por nativos, mas também por
pesquisadores e homens que dão testemunho de terem mantido contato com
animais pré-históricos em suas expedições e viagens. Os quais estão
documentados e transcrevo a seguir.
"Um dos testemunhos documentados é de 1944, do instrutor de vôo Duane Hodgkinson, que diz ter visto um pterodáctilo perto de Finschhafen. Pasme, Gideon Koro, Wesley Koro e Mesa Agustin também dizem ter presenciado um ropen voando sobre o lago Pung,
em 1994. Um casal australiano relata ter testemunhado uma criatura
gigante com características de lagarto durante uma tarde, em 1997.
Seria uma conspiração?"
"Em uma tarde de 1932, o cientista, zoólogo e professor de história natural Ivan T. Sanderson, que participava de uma expedição ao oeste africano, atual República dos Camarões, foi, acompanhado de duas testemunhas atacado por uma espécie de réptil voador de cor preta e dentes brancos em forma de serra “como os de um crocodilo”. Mais tarde, tomaram conhecimento de outros relatos sobre o desconhecido animal por nativos da região que o nomearam de olival. Igualmente, lendas similares sobre o Kongamoto (lagarto voador preto) permeiam regiões como os pântanos de Jiundu, Zâmbia... Tais indígenas reconhecem o animal de imediato ao se defrontarem com desenhos do pterodáctilo."
Seria uma conspiração?"
"Em uma tarde de 1932, o cientista, zoólogo e professor de história natural Ivan T. Sanderson, que participava de uma expedição ao oeste africano, atual República dos Camarões, foi, acompanhado de duas testemunhas atacado por uma espécie de réptil voador de cor preta e dentes brancos em forma de serra “como os de um crocodilo”. Mais tarde, tomaram conhecimento de outros relatos sobre o desconhecido animal por nativos da região que o nomearam de olival. Igualmente, lendas similares sobre o Kongamoto (lagarto voador preto) permeiam regiões como os pântanos de Jiundu, Zâmbia... Tais indígenas reconhecem o animal de imediato ao se defrontarem com desenhos do pterodáctilo."
Registros gravados
Os
registros culturais sobre a convivência dos Dinossauros com o homem
não param por aí, pois alem de registros escritos temos também entalhes
e petroglifos ou pinturas em cavernas.
O
palácio de Angkor foi erguido há 1000 anos atrás no Camboja e ficou
perdido coberto pela selva por centenas de anos. Na foto á baixo vemos
uma grande escultura que faz parte de suas paredes é onde se encontra o
detalhe esculpido na rocha que nos mostra que a existência de
Dinossauros convivendo com seres humanos não era algo distante da
realidade deste povo.
Como
é possível explicar um entalhe tão recente se segundo a ciência na
época que este trabalho foi feito os dinossauros já estavam extintos há
milhões de anos? Então como no meio da selva tropical um escultor
primitivo esculpiu um ESTEGOSSAURO em detalhes?
O
Estegossauro, dinossauro que viveu na América do Norte e
"teoricamente" sumiu há cerca de 155 milhões de anos atrás está
claramente retratado em inscrições desenhos entalhes de algumas
culturas. Os Moradores vizinhos do templo afirmam que preservaram
tradições a respeito da criatura até pouco tempo atrás.
O entalhe está representado junto com outros de animais existentes hoje, como macacos e búfalos
Este
achado é motivo de debates entre especialistas já faz um bom tempo,
mas como sempre a divulgação destes fatos são abafados pela mídia
evolucionista.
O
fato comprovado é que estes entalhes existem e são conhecidos
mundialmente. Teorias foram desenvolvidas para contornar o caso e
digamos "fechar os olhos e seguir em frente." Outros cientistas preferem
ignorar e afirmar que trata-se de um engano ou coincidência, como
sempre ridicularizando a descoberta. Pois como isto seria possível?
Como o estegossauro sobreviveu à explosão que atingiu a Terra há 65
milhões de anos, mais duas Eras do Gelo, até chegar a ser cultuado por
cambojanos? Isso poria por terra vários anos de conceitos estabelecidos
pela ciência.
Mas
este não é o único caso onde figuras de Dinossauros aparecem em meio a
registros de culturas antigas. Mostraremos a seguir uma serie de
registros reais encontrados espalhados ao redor do mundo fruto de varias
culturas diferentes.
Na caverna de Bushmanland, na África do Sul podemos ver algumas figuras muito familiares que foram retratadas por Aborígines
africanos. Um Pterodátilo e um Brontossauro, entre outros seres
pré-históricos mostram que estas civilizações conviveram normalmente
com estes seres, pois não poderiam retratar o que nunca haviam visto.
Pintura
de um Brontossauro numa caverna por índios norte-americanos. Esta é
uma das diversas cavernas com desenhos estranhíssimos da região de
Natural Bridges National Monument.
Ao
olharmos na mesma pintura representando um dinossauro percebemos que
também está retratado um ser humano um pouco á cima. As pinturas são
datadas com a mesma quantidade de tempo.
Também
na África em Gana foram encontradas diversas estatuetas feitas pelos
nativos da região (povo Ashanti), que representam a criatura por eles
conhecida como "Mokele-Mbembe," o qual afirmam existir até hoje.
Mamute e Dinossauro brigando. Estas fotos foram tiradas do livro Buried Alive, do antropólogo e escritor dr. Jack Cuozzo.e são bastante conhecidas.
Estas pinturas foram feitas por índios e estão numa caverna Havasupai Canyon (EUA). Elas representam um dinossauro.
Pintura
feita pela tribo Kuku Yalanji da Austrália, mostra nativos dessa tribo
enfrentando um estranho animal, mas que para nós é bem conhecido em
descobertas fósseis como sendo um Plesiosauro. Esta pintura foi feita
cerca de 100 anos antes dos ingleses chegarem na Austrália. Como
explicar este fato comprovado, sem afirmar que dinossauros vivos
conviveram com este povo? Vale lembrar que nem mesmo haviam descobertas
referentes a fosseis de plesiossauros pois eles só foram descobertos
no final do século dezenove.
Selo egípcio que representa um plesiossauro criatura parecida com a cártula Tutmosis III da Coleção Mitry.
Há
menções de dinossauros na literatura primitiva de muitos países. Há
"lendas" registradas sobre dragões na China, Tailândia, Vietnã,
Alemanha, Rússia, Roma antiga, entre os Anglo-Saxões, em várias regiões
da África, e também em diversas localidades das Américas do Norte e do
Sul. há evidência - ao redor de todo mundo! - que humanos viram
dinossauros (dragões) no meio selvagem.
Nesta
matéria procurei abordar registros e relatos tidos como verdadeiros e
discutidos entre cientistas e historiadores de todo o mundo, embora
existam muitos outros registros que ainda são de origem duvidosa mas
que são plenamente defendidos por seus divulgadores como sendo
verídicos. Porem para não comprometer a integridade das minhas matérias
optei não postar todo o material pesquisado.
O
que devemos analisar é que mesmo que alguns relatos e lendas da
existência de dinossauros vivos sejam falsos ou tratem-se apenas de
enganos, todavia não é possível que todos os registros e relatos sejam
mentirosos. Devemos levar em consideração a grande quantidade destes e
também suas origens dentro de varias culturas, muitas vezes isoladas
umas das outras. Mesmo que estas culturas tivessem vindo de uma única
origem, não invalidaria a existência destas lendas devido ao fato de
muitas serem bem atuais, algumas em nossos dias. Alem disso muitos dos
relatos foram feitos por tribos e pessoas que nunca se quer viram o
desenho de um dinossauro, ou mesmo ouviram esta palavra.






















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