Em sua segunda edição, o concurso é alvo de controvérsias, com críticos
alegando que não é uma forma adequada, de mau gosto e até macabra de
prestar homenagem para estas mulheres. Esthere Gorovitsky, uma das
finalistas, discorda. "O concurso me dá a oportunidade de estar com
outras mulheres que enfrentaram grandes adversidades em suas vidas",
disse Gorovitsky, que com apenas 6 dias de vida foi levada para a
Sibéria por sua mãe para fugir do regime nazista. "É bom estar com
outras mulheres que experimentaram dificuldades. Falamos uma língua
comum".
- Opinião:
Quanto a ser para comemorar os sobreviventes do "Holocausto" bem acho que poderia ser melhor, de certo que querem comemorar mas isso deveria ser uma data a ser esquecida.
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