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domingo, 22 de setembro de 2013

Evolução X Criação


  Desde a publicação da "Origem das Espécies" de Charles Darwin, a luta entre Ateus e Teístas vem aumentando a cada dia!
  O que os Teístas esquecem em seus debates é que a Teoria da Evolução não diz nada sobre criação.

  Sem dizer a criação do Design Inteligente. Que imputá a tudo que há no Universo a um Criador, no caso dos "Cristãos" Deus.

  Esquecendo os Cristãos que não estão sozinhos no Mundo.
  A Teoria da Evolução apenas explica como as espécies mudaram no decorrer dos tempos.

  Teístas esquecem os dados Científicos, sempre dizendo que os Dinossauros foram apenas uma brincadeira de Deus contra a Ciência.

  Hoje o conceito usado, é o da Teoria Sintético da Evolução. que conta com novos dados e experimentos que corroboram com o que escreveu Darwin.
 

TEORIA SINTÉTICA DA EVOLUÇÃO (NEODARWINISMO)

Também chamada de Neodarwinismo esta teoria faz a síntese entre as idéias de Darwin e os novos conhecimentos científicos, especialmente no campo da Genética.
Além da seleção natural o Neodarwinismo reconhece como principais fatores evolutivos a mutação gênica, a mutação cromossômica, a recombinação genética e o isolamento reprodutivo.
O Neodarwinismo só pode ser elaborado após o redescobrimento dos trabalhos de Mendel, em genética e com o aprofundamento do conceito de gene quando foi possível determinar os principais responsáveis pela variedade nos seres vivos.
As mutações e a recombinação genética, fatores que Mendel desconhecia quando elaborou sua teoria.

RECOMBINAÇÃO GENÉTICA

É um mecanismo de reorganização dos genes já existentes nos cromossomos.
A principal forma de recombinação genética ocorre durante a reprodução sexuada e se realiza em duas etapas consecutivas:
Gametogênese: Formação dos gametas.
Fecundação: União dos gametas masculino com feminino.

SELEÇÃO NATURAL

É o principal fator evolutivo que atua sobre a variabilidade genética de uma população. A ação da seleção natural consiste em selecionar genótipos mais bem adaptados a uma determinada condição ecológica, eliminando aqueles desvantajosos para essa condição.
Existem diversas comprovações da atuação da seleção natural e entre elas pode-se citar o caso de melanismo industrial ocorrido com mariposas em regiões industrializada Inglaterra.
Há cerca de um século, as populações de mariposas Biston betularia da Inglaterra eram formadas por indivíduos de cor clara. Muito raramente, apareciam indivíduos escuros (melânicos).
A partir de 1900, nas regiões que se tornaram industrializadas, os tipos escuros tornaram-se comuns, enquanto as formas claras se tornaram raras.
Esse fenômeno ocorre simultaneamente ao escurecimento dos troncos das árvores, impregnados com a fuligem liberada pelas chaminés das fábricas. Os troncos eram anteriormente claros, cobertos por liquens acinzentados.
Assim, um indivíduo menos adaptado em um ambiente pode vir a ser o mais adaptado caso haja uma mudança ambiental.
A ação seletiva dos pássaros sobre as mariposas da espécie Biston betularia pode ser constatada através de diversos trabalhos experimentais desenvolvidos por vários pesquisadores. Mariposas criadas em grandes quantidades foram libertadas sobre troncos de árvores em áreas rurais e urbanas (industrializadas). Observou-se, utilizando-se binóculos e abrigos especiais, que as variedades que não "combinavam" com o fundo claro (zona rurais) estavam mais sujeitas á ação predadora dos pássaros insetívoros.

ESPECIAÇÃO

Processo de formação de novas espécies. As populações de uma mesma espécie que vivem em regiões geográficas diferente, e apresentem conjuntos,gênicos diferentes, constituem raças geográficas ou subespécies de uma espécie.
Se o isolamento geográfico persistir, Os genótipos das duas espécies modificar-se-ão devido ao aparecimento de mutações e recombinações.Com o passar do tempo, as diferenças genéticas aumentam ate que ocorra o isolamento reprodutivo, Isto é, se as duas populações forem unidas ou desaparecer o isolamento geográfico, não ocorrerão mais cruzamentos entre elas. As populações com isolamento reprodutivo passam a constituir duas espécies diferentes.
Assim sendo as populações:

1o Estágio: Uma única população em um ambiente homogêneo.
2o Estágio: Diferenciação do ambiente, migração para novos ambientes produzem diferenciação.
3o Estágio: Modificações posteriores as migrações conduzem ao isolamento geográfico de algumas raças e subespécies.
4o Estágio: Algumas dessas subespécies isoladas se diferenciam–se no tocante a modificações gênicas e cromossômicas que controlam mecanismos de isolamento reprodutivo.
5o Estágio: Modificações no ambiente permitem que populações geograficamente isoladas coexistam novamente na mesma região. Elas agora permanecem distintas por causa das barreiras de isolamento reprodutivo que as separam podem ser reconhecidas como espécies distintas.


Criação do Mundo Pela Bíblia

Gênesis


No princípio criou Deus o céu e a terra.
E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
E disse Deus: Haja luz; e houve luz.
E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.
E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.
E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.
E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi.
E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo.
E disse Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca; e assim foi.
E chamou Deus à porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas chamou Mares; e viu Deus que era bom.
E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente está nela sobre a terra; e assim foi.
E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore frutífera, cuja semente está nela conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom.
E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.
E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos.
E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi.
E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas.
E Deus os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra,
E para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu Deus que era bom.
E foi a tarde e a manhã, o dia quarto.
E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus.
E Deus criou as grandes baleias, e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies; e toda a ave de asas conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom.
E Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas nos mares; e as aves se multipliquem na terra.
E foi a tarde e a manhã, o dia quinto.
E disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie; gado, e répteis e feras da terra conforme a sua espécie; e assim foi.
E fez Deus as feras da terra conforme a sua espécie, e o gado conforme a sua espécie, e todo o réptil da terra conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom.
E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.
E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.
E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.
E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento; e assim foi.
E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto.
Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados.
E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.
E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera.


Debate:

Argumentos contra o criacionismo

Durante mais de trinta séculos, a crença criacionista perdurou como uma verdade absoluta em diversas partes do mundo, interpretada literalmente da forma como está escrita nos textos sagrados das diversas literaturas religiosas, não dando chance a qualquer opinião discordante, menos por imposição das autoridades da época e mais por uma ausência de necessidade prática de um maior questionamento.
Somente nos últimos dois séculos, com a valorização do direito do homem à liberdade de pensamento, uma série de argumentos foram levantados contra esse predomínio eminentemente religioso. A interpretação criacionista literal perdeu sua unidade, sendo questionada com maior profundidade.
De acordo com praticamente todos os cientistas, todas as ramificações do criacionismo ferem importantes princípios filosóficos da ciência. Para os que pensam dessa forma, os principais argumentos comparativos propostos são:
O criacionismo não pode ser considerado como uma ciência, nem sequer uma teoria. Uma teoria requer análises, estudos, testes, experiências, modificações e, finalmente, adequações. Uma teoria evolui com o decorrer do tempo, à medida que o ser humano amplia seus conhecimentos e suas descobertas. Naturalmente, a ciência, no sentido usado nesse contexto, não pode nem afirmar nem negar que o criacionismo seja verdadeiro - é não-falseável e portanto não-científico. Este argumento, no entanto, não significa muita coisa, uma vez que o ato de ser não-científico não significa, necessariamente, que é incorreto ou desprezável.
A evolução é uma estrutura teórica bem definida, que embasa a Cladística, a Biologia do Desenvolvimento, a Paleontologia, a Genética de Populações e todas as demais áreas da Biologia; ao passo que o criacionismo é constituído de uma multiplicidade de superstições, sem unidade, criadas pelas centenas de religiões e mitos hoje existentes ou que já existiram outrora.
A evolução é uma teoria fundamentada em achados fósseis concretos e em experimentos realizados, enquanto que o criacionismo é abstrato, indemonstrável e desprovido de bases científicas.
Os argumentos neocriacionistas, que utilizam recentes descobertas da ciência, de uma forma geral, são falácias que poderiam provar a veracidade de qualquer crença, seja ela judaico-cristã, muçulmana, hinduísta, umbandista, pagã, animista ou de qualquer outra crença religiosa.
O evolucionismo esforça-se em buscar explicações para os eventos da Natureza, enquanto que o criacionismo esforça-se em adaptar os eventos da Natureza à sua visão de mundo.
O criacionismo não possui bases científicas, portanto é certamente uma visão de mundo, não podendo se apresentar como ciência, pois não tem indícios para tal e não é comprovada cientificamente.
Não sendo o design inteligente (ou qualquer outra forma de criacionismo) científico, não existem debates científicos entre ele e a evolução. A teoria da evolução é suportada por muitas evidências e é aceita por virtualmente todos os cientistas do mundo, enquanto o criacionismo não possui evidências, apenas escrituras antigas. Trata-se de uma discussão entre conhecimento científico e crenças religiosas, portanto.
Quanto aos poucos cientistas que acreditam no criacionismo, eles representam, segundo a revista Newsweek, apenas 0,15% de todos os cientistas da vida (biólogos) e da Terra (geólogos) com alguma credencial acadêmica respeitável nos EUA. São 700, entre os 480.000 cientistas.
Uma pesquisa da Organização Gallup chegou à conclusão de que cinco por cento dos cientistas americanos acreditam no criacionismo da Terra Jovem, quarenta por cento acreditam que nós humanos evoluímos de outras formas de vida em um processo evolutivo de milhões de anos, mas que Deus guiou o processo, e cinqüenta e cinco por cento acreditam que nós evoluímos de outras formas de vida e que Deus não teve participação nenhuma nesse processo.
Mas essa pesquisa não considerou apenas biólogos e geólogos como a outra, mas cientistas de todas as áreas, engenheiros químicos, bacharéis em ciência da computação etc. Portanto, há pouquíssimos cientistas que defendem o criacionismo e freqüentemente eles pertencem a áreas de atuação que não têm relevância na discussão, além de não se basearem em nenhuma pesquisa científica séria para sustentar sua posição.
A afirmação de que nenhuma vida pode surgir de não-vida foi recentemente desafiada a partir de experimentos onde um vírus é sintetizado em laboratório,  mas a questão de se um vírus pode ou não ser considerado um ser vivo nunca foi um consenso entre cientistas. Outra questão levantada pelos criacionistas é que esse tipo de experimento na verdade comprovaria a necessidade de uma inteligência e intencionalidade por trás do processo. No entanto, é imprescindível lembrar-se de que experimentos laboratoriais são fundamentalmente diferentes de processos de simples montagem intencional, pois na realidade visam a reproduzir as situações em que um fenômeno ocorreria naturalmente, espontaneamente.
Criacionistas costumam focar os seus argumentos contra o estudo científico da origem da vida ou abiogênese. Em um artigo do prestigiado periódico Biology & Philosophy, Richard Carrier demonstrou que todos os argumentos criacionistas contra a abiogênese recaem em seis classes de erros:
Fontes obsoletas.
Omissão de contexto.
Uso incorreto da Matemática (bad math).
Falácia da confusão dos jogadores com o vencedor.
Estimativa tendenciosa do tamanho do protobionte (begging the size of the protobiont).
Confusão de características desenvolvidas ao longo da evolução com estruturas espontâneas (confusing evolved for spontaneous features).
É importante salientar que existem vários outros artigos criticando os argumentos criacionistas acerca da abiogênese.
Toda a argumentação criacionista quanto ao desconhecimento sobre como a vida teria se originado naturalmente não raramente tenta levar a crer que, sem essa resposta, todas as demais áreas da ciência às quais se opõem, em especial a evolução biológica, desmoronam como conseqüência. Essa é uma falácia non sequitur - a conclusão não decorre das premissas - pois as evidências das diversas áreas que compõem o evolucionismo não são totalmente dependentes umas das outras, e dessa forma, é possível ainda se estabelecer os laços de parentesco entre todos os organismos, mesmo sem saber de onde teria vindo o ancestral comum de todos eles.
Criacionistas atacam o Elo perdido, tais ataques podem ser baseados na incompreensão da natureza do que significa uma característica em transição ambas são também explicadas como uma táctica empregada por criacionistas buscando distorcer ou desacreditar a teoria científica vigente e tem sido chamado de "mentira favorita" dos criacionistas. Alguns criacionistas são contra esse argumento.

Argumentos contra a teoria evolucionista

Existem argumentos criacionistas contra a paleontologia, geologia e sistemática. Esses argumentos não levam em conta a metodologia utilizada por essas disciplinas, que são os métodos estatísticos e computacionais da Cladística, como a máxima parcimônia e o bootstraping, utilizados pelos sistematas. Também não existem argumentos consistentes contra os métodos de datação radiométrica de fósseis e rochas utilizados pelos geólogos e paleontólogos.
Criacionistas questionam também experiências relacionadas à demonstração da seleção natural, como aquela relativa às mariposas cujas cores foram influenciadas pelas mudanças advindas da Revolução Industrial. Nesse caso, especificamente, apontam falhas na metodologia como confirmação de que não existiria seleção natural.
Outro argumento utilizado é de que a ciência sempre mudou ou fez novas descobertas ao longo da história, devendo ser desenvolvida mais nunca encarada como verdade absoluta. Um exemplo disto é afirmar que o parente vivo mais próximo do homem é o chimpanzé e atualmente há novas pesquisas argumentando que o parente mais próximo do homem é o orangotango. Ou o confronto entre proprios cientistas quando afirmam que espécies viveram em tempos distintos e depois são descobertas evidencias que alem de viverem na mesma época eram da mesma espécie reproduzindo entre si.
Existe também uma lista do Discovery Institute onde já a alguns anos cientistas estadunidenses de diversas especialidades afirmam que "um exame cuidadoso da evidência para a teoria darwinista deve ser encorajado." A lista surgiu como uma forma de mostrar ao mundo de que não há consenso científico acerca da Teoria da Evolução das Espécies e cita pouco mais de 700 cientistas (até o ano de 2007) que discordam desta. Como resposta foram criadas várias outras listas. Uma petição no caso Kitzmiller contra Dover Area School Discrict, em outubro de 2005, coletou 7.733 assinaturas em apenas 4 dias, sendo 53% deles doutores e 68% de profissionais realizado pesquisas no ramo da biologia. O Clergy Letter Project coletou mais de 12 mil assinaturas de sacerdotes católicos estadunidenses que "acreditavam que as verdades atemporais da Bíblia e as descobertas da ciência moderna podem coexistir confortavelmente" (tradução livre). Mais de 400 sacerdotes judeus assinaram a similar "Rabbi Letter" . Dentre as listas contra-atacando àquela do Discovery Institute, há também o "Projeto Steve", disposto a coletar assinaturas de cientistas chamados "Steve" (ou variações) que apoiam a teoria da Evolução. No dia 6 de Abril de 2012 o projeto Steve conseguiu a assinatura do seu 1200º "Steve" e contém até o dia 19 de junho de 2012, doze mil e dezenove cientistas chamados "Steve" apoiando a teoria da evolução .
Outra fonte de ataques é o elo perdido, pois segundo os criacionistas, as teorias de Darwin não conseguiriam ser provadas através dos fosséis pois, segundo eles, não teria sido encontrados elos de transição de uma espécie para outra, como por exemplo no processo de uma barbatana virar pernas ou desenvolvimento de olhos em uma espécie que não os tinha. Embora o argumento criacionista possa ser factualmente facilmente derrubado, bastando considerar, entre a própria espécie humana, os casos de humanos caudados relatados não apenas na literatura mas também na mídia , estes, não se dando por convencidos, afirmam que há críticas científicas que apontam erros a teoria de Darwin e afirmam que ela precisa evoluir, sendo o gradualismo e a adaptação os pontos mais atacados.

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